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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Temer é Coringa e seu segurança Moraes é Lex Luthor — Lula, Dilma e golpe

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre


Coringa é um personagem que ri, mas é mau, de personalidade e caráter maus. Trata-se de um super-vilão. Ele é uma das estrelas do DC Comics, que têm, dentre muitos heróis e vilões, o Super Homem e o Batman como suas figuras mais ilustres e célebres em âmbito mundial.

A principal característica do Coringa é o riso escrachado e congelado em seu rosto, de forma que suas vítimas sejam aniquiladas ao vê-lo rir em um riso sem vida e pleno de destruição e morte. O riso do Coringa é morto, pois cadavérico, a dimensionar a tristeza e a desesperança em forma de escárnio, infâmia e violência.

O Coringa é o The Joker, mas também é conhecido pelas alcunhas de Jester of Genocide (Bobo do Genocídio) ou Scourge of Gotham (Flagelo de Gotham), sendo que o vilão tem outros apelidos que retratam sua perversidade perante o mundo e principalmente a tudo aquilo que trata de construir uma sociedade mais justa, igualitária e democrática.

Lex Luthor também é um super-vilão do DC Comics. O "louco" extremado é cientista, empresário trilhardário e considerado um dos sujeitos mais inteligentes do globo terrestre. Seu sonho é conquistar o mundo e impor suas verdades, valores e princípios. Porém, trata-se de um tirano à flor da pele e que não mede consequências para dominar a natureza humana, principalmente no que se trata de sua vocação para viver em liberdade.

Sim. Isto mesmo. Gente como o Coringa e o Lex Luthor detesta a liberdade. Só se conquista a liberdade por intermédio do conhecimento. Guerras e revoluções ou conflitos generalizados dentro de qualquer país ou nas cidades também acontecem por causa de liberdade, como as garantidas pela Constituição brasileira de 1988, a ter o Estado Democrático de Direito como seu alicerce fundamental. Essas coisas incomodam profundamente os mesquinhos e os violentos do status quo.

Lex Luthor tem esta compreensão e, por ter um caráter tirânico, como o é também o do Coringa, ele trata de retirar em parte ou extinguir, se tiver oportunidade, os direitos e as garantias constitucionais, trabalhistas e previdenciárias da sociedade, em geral, e dos trabalhadores, em particular. Por causa dessas questões, eles têm enorme pressa para vender o patrimônio público, desmontar o Estado nacional e, com efeito, inviabilizar os programas de inclusão social e eliminar os direitos trabalhistas.

Agem desse modo casuístico e despótico porque, além de serem antidemocráticos, trata-se de pessoas sectárias e plenas de desprezos pela maioria, que, para eles, somente serve como mão de obra barata e que não deve, em hipótese alguma, sair de seu quadrado em busca de cidadania, que se fundamenta na igualdade de oportunidade e justiça social.

O problema do Lex Luthor é o mesmo do Coringa: privilegiar os ricos e manter os pobres nas senzalas dos tempos atuais, que são os guetos, os morros e as periferias. Para isso, basta cercar esses locais com as corporações policiais, bem como quando é necessário enviar as Forças Armadas ao invés de o Estado brasileiro deixar de ser patrimonialista para atender os interesses da casa grande e passar a investir pesadamente em educação, como o fez a Coreia do Sul, que até os idos dos anos 1950 era quase um país medieval.

Perversos e mal-intencionados, o Coringa e o Luthor apenas são fantoches do grande capital mundial, da plutocracia, das oligarquias regionais, pois títeres que sabotam o Brasil e seu povo para garantir os benefícios e os privilégios dos rentistas, dos grandes jogadores das bolsas de valores, dos trustes do petróleo, dos banqueiros que impõem juros estratosféricos e dos tubarões que querem o poderoso País sul-americano e possuidor de enorme mercado interno como presa do FMI.

O retorno do Brasil à subalternidade e à falta de soberania, a ser humilhado por técnicos de tal Fundo a examinar as nossas contas e a humilhar nossa cidadania e nacionalidade. E tudo isto após o Brasil ter saldado a dívida externa, no Governo Lula, ao preço de US$ 15,5 bilhões. Nunca mais o FMI, ou seja, os países desenvolvidos vieram nos xeretar para dar ordens.

Esta realidade deixou gente pequena e incompetente como José Serra, o chanceler golpista, a lamentar tanta independência, pois tal sujeito é um dos principais agentes do mercado de capitais que atua no Brasil e a ocupar cargos de poder público exatamente para efetivar e consolidar o jogo de interesses estrangeiros.

Por isto o desprezo incontido em forma de cólera aos Brics, ao Mercosul e às relações diplomáticas e comerciais com a África e o Oriente Médio árabe. A direita quer de volta o "seu" País — provinciano, menor e para poucos —, além de restabelecer a "Diplomacia do Tirar os Sapatos" ou do "Falar Grosso com a Bolívia e Fino com os Estados Unidos". Não é uma desgraça a burguesia escravocrata brasileira e políticos como o também Coringa José Serra? Los Macaquitos Blancos Subalternos detestam soberania e vergonha na cara.

Está aí para provar o que afirmo o projeto de sua autoria de entrega do Pré-Sal, que o Pedro Parente, presidente golpista da Petrobras quer efetivar a toque de caixa. Serra, ratifico, é também o Coringa. O que se escamoteia e desliza por entre os dedos. Ele é totalmente sorrateiro. Sua face; seu retrato. No governo de FHC — o Neoliberal I —, este indivíduo se tornou o principal responsável pela privatização da Vale do Rio Doce, a privatizada que matou o mineiro Rio Doce, além de outras importantes estatais.

A resumir: venderam o Brasil e não pagaram a dívida pública. Nem ao menos a amortizaram. Além disso, deixaram o poder com o Brasil praticamente sem reservas internacionais, com inflação de 12,5% e taxa de desemprego de 12,1% em 1999, sendo que 11,7% em 2002. Não satisfeitos com a bagunça predadora, pois a intenção sempre foi entregar o Brasil, como comprova o desgoverno do Coringa temer, FHC foi ao FMI três vezes, de joelhos, humilhado, com o pires nas mãos, porque quebrou o Brasil três vezes. E os demotucanos são considerados "competentes" pelos "especialistas" mequetrefes das mídias de mercado igualmente golpistas dos magnatas bilionários de imprensa.

Índices e números negativos muito maiores dos que os de Dilma Rousseff — a mandatária injustamente afastada porque não cometeu crime de responsabilidade. Por sua vez, se compararmos com os resultados dos governos de Lula seria uma covardia — humilhação. São esses golpistas incompetentes que tomaram de assalto o poder sem ter direito e autoridade para administrar e governar o Brasil, quanto mais vendê-lo. Cadê o voto popular? Como pode, por exemplo, políticos golpistas do PSDB tomarem conta do patrimônio público e vendê-lo se foram derrotados nas últimas quatro eleições? Inaceitável.  Ponto.  

No Brasil, Lex Luthor é o capitão-do-mato do Coringa. O sujeito atende pelo nome de Alexandre de Moraes. Já foi denunciado por ser ex-advogado do PCC, bem como foi advogado do golpista-mor Eduardo Cunha, além de ter sido nomeado ministro da Justiça, porque a intenção do Coringa — vulgo michel temer (o nome de tal peçonha é sempre escrito em minúsculo por se tratar de um pigmeu moral, político e citadino) — é reprimir os movimentos sociais, a exemplo dos Sem Terra, dos Sem Teto e dos inúmeros sindicatos de trabalhadores, principalmente após o julgamento do golpe de estado travestido de legal e legítimo por parte do Senado.

Se michel temer e seus sequazes forem autorizados pelo Senado e pelo STF a continuar no poder e a caminhar por trilha desditosa e criminosa, realmente, não sei o que será do País em termos de estabilidade política e institucional, até porque as ruas vão tremer, pois ainda se encontram adormecidas, apesar de protestos pontuais por todo o Brasil, desde que a direita tomou o poder por meio de um golpe bananeiro e com a carranca e o focinho (golpista não tem rosto e nem nariz) da casa grande.

A partir daí, Lex Luthor, o segurança bandeirante de temer, como se diz no jargão policial, vai esbravejar: "A borracha vai comer no lombo dos arruaceiros". Para a direita e os fascistas, reivindicar direitos e combater golpe criminoso de estado é arruaça e baderna, bem como exigir melhorias nas condições de vida é coisa de folgado e comunista. É dessa forma que a banda toca. Por isso que o Brasil é hoje considerado uma republiqueta bananeira, assim como a imprensa e os governos estrangeiros estão a tratar as oligarquias e a grande burguesia do azarado País como "los macaquitos blancos", os responsáveis maiores pelo o atraso na vida brasileira.

Vamos àquela piada cretina e repleta de complexo de vira-lata sobre o Brasil ser grande e rico. Ela termina assim: "(...) Mas, olhe o povo que Deus colocou lá (no Brasil)". A piada, sobremaneira, não retrata a realidade e a verdade. O problema desta Nação não é seu valoroso e corajoso povo, mas, evidentemente, a burguesia proprietária da casa grande, além de subserviente e subalterna à plutocracia internacional.

A piada, que deveria ser contada pelo Coringa — o palhaço e vilão a gargalhar — deveria ser assim: "(...) O Brasil é grande e rico, mas olhe a burguesia e a pequena burguesia (coxinha de classe média) que Deus colocou lá". Porque é exatamente isto o que acontece, cara pálida. País nenhum merece uma "zelite" dessa. Aí, na real...

O Brasil não precisa de inimigos externos, porque já é povoado por essa gente entreguista, provinciana, racista, antinacionalista, antidemocrática e, sobretudo, violenta. michel temer (para relembrar: o nome do Coringa é sempre escrito em minúsculo) representa todas as palavras acima que definem a casa grande deste País azarado, juntamente com seus associados históricos de golpes — os coxinhas.

Trata-se de um usurpador e traidor perigosíssimo para os interesses da Nação. Em quase três meses a usurpar o poder que não lhe é de direito, o Coringa brasileiro e seu segurança Alexandre Lex Luthor de Moraes fizeram todo tipo de maldades e trapalhadas. São os verdadeiros trapalhões, que deixariam o Didi, o Dedé, o Mussum e o Zacarias com inveja e tristonhos por se considerarem desprovidos de talento.

E por quê? Porque quem assume o poder por meio de um golpe bananeiro ou terceiro-mundista tem de recorrer à violência, à censura e a supressão de direitos e benefícios conquistados pelo povo. Por seu turno, para contrariar os interesses dos pobres, que é a maioria da população deste País injusto, no qual vicejou a escravidão de 388 anos, só é possível por intermédio de ações violentas e de decretos, projetos e emendas casuísticas e impositivas, contrárias ao voto depositado pela maioria do povo, que em quatro eleições consecutivas se recusa a votar nas propostas do PSDB e de sua escória associada e autora de mais um infeliz golpe que humilha e envergonha o Brasil.

Não é à toa que temer convidou o secretário de Justiça do governador ultraconservador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O governador paulista, só para se ter uma ideia de seu conservadorismo, é acusado de ser membro da Opus Dei, uma prelazia católica de extrema direita.  Alexandre de Moraes — o Lex Luthor — é notório por seu pensamento e ações fascistas. Ele trata os movimentos sociais e políticos (a exceção quando é a favor dos demotucanos e da direita em geral) de forma a criminalizá-los e judicializá-los, porque a finalidade é reprimi-los. Opressão é a palavra-chave de sua cartilha "pinochetiana".

E foi o que Lex Luthor fez como secretário de Justiça de São Paulo, assim como recrudescerá a violência de Estado se o michel Coringa temer conseguir usurpar definitivamente o poder central. Luthor manda bater sem avisar, bem como avisa que vai bater... É a praxe integralista. Ele é um autêntico representante dos interesses das oligarquias quatrocentonas de São Paulo. Um de seus bate-paus, no que tange à segurança pública para defender e proteger os interesses privados da burguesia. O guardião de sua "fé". Quem viver verá.

Não dá para não perceber a posição política completamente sectária desses golpistas reacionários que jamais engoliram o fato de o PT vencer quatro eleições consecutivas, além de ter governado democraticamente, sem reprimir quaisquer movimentos sociais e de trabalhadores. Pelo contrário, Lula e Dilma receberam, no Palácio do Planalto, índios, quilombolas, movimentos de negros, mulheres, pessoas especiais e gays.

Os mandatários trabalhistas convidaram ainda os moradores de rua, os sem terra, os sem teto, os catadores de latas, as federações e os sindicatos de trabalhadores. Abriram as portas do Palácio ao povo. O Palácio do Planalto, onde a casa grande elaborava suas estratégias de entrega do País, de privilégios aos ricos e de subalternidade às potências estrangeiras. Lula, além de humanizar a Presidência da República, governou como estadista, pois é o que ele é. O estadista é o mandatário que cuida do povo. Parece simples, não é? Porém, não é. Se contam estadistas nos dedos.

Presidentes comuns e fantoches ou representantes das corporações transnacionais e oligarquias se encontram aos montes em qualquer lugar do planeta, assim como em todas as eras ou épocas. É exatamente isto que mata de raiva e de ódio os Coringas e os Lex Luthor da vida. Eles são homens ou mulheres pequenos. Menores do que seus cargos e funções, mesmo quando eleitos. Não compreendem o que é governar, pois apenas fizeram um faculdade ou um doutorado, além de ocupar a cadeira presidencial como se tratasse apenas de uma questão administrativa como acontece nas empresas. 

O Brasil é muito mais do que uma empresa. É um País geograficamente enorme e uma Nação populosa, complexa, multirracial e multifacetada, com inúmeras religiões, cultura diversificada e contrastes sociais e econômicos. Os estadistas têm compreensão dessas questões e tratam delas com responsabilidade e constantemente, sendo que Lula, como Getúlio e Jango, compreende e debate sobre tudo aquilo que lhe rodeia. Portanto, trata-se, sobretudo, de um político estadista, muito acima da média, características estas que o transformam em alvo da direita maniqueísta e historicamente golpista. 

Ouça com atenção as declarações de Lula, suas propostas e conhecimento das realidades brasileiras. Ouça seus confrontos e embates políticos acerca das questões nacionais e internacionais. Lula tem projeto de País e cuida do povo, e, como tal, torna-se estadista. O maior problema da casa grande é como impedir o líder trabalhista de falar. Tanto é verdade que ele sumiu das mídias empresariais e somente aparece para ser acusado de algum suposto malfeito jamais comprovado, mas sem ter o direito de resposta e de se defender. Esperar o quê de um imprensa covarde e corrupta, como dizia o Millôr Fernandes.

Contudo, qualquer imbecil pode fazer doutorado. Basta-lhe a vida dar-lhe acesso para estudar, ou, quiçá, comprar o diploma ou fazer o curso nas "coxas", a pagar a alguém para fazer seus trabalhos e teses. Isto acontece. É comum. Depois posam de sábios e, quando tomam conta do poder, a exemplo de FHC e seus assessores "geniais", fazem cagadas tão grandiosas como a do apagão elétrico de um ano e meio, ou afundam a maior plataforma de petróleo do mundo, como a P-36, ou ainda matam 19 trabalhadores no Pará a tiros de metralhadoras, cujo governador era do PSDB. Por isto temos tantos "especialistas" de prateleiras, mas que são intelectualmente tão comuns, além da má-fé intelectual, que se tornam fraudes e farsas de suas próprias imagens retratadas nos espelhos de suas casas. É de lascar, vei!

Agora, ser estadista requer compreensão das realidades e dos fatos históricos, que se apresentam e, consequentemente, governar para melhorar as condições de vida do povo, assim como desenvolver o País. Ser estadista é, sobretudo, cuidar do povo. Lula e Dilma, em seu primeiro governo, obtiveram resultados muito maiores e melhores do que os tucanos, seja em qualquer segmento e setor da economia e de atividade humana. Depois Dilma foi violentamente boicotada e sabotada por uma corja de malfeitores que dominaram o Congresso e tomaram de assalto a Presidência do Brasil. Engessaram seu governo para efetivar o golpe.

Os números e os índices sociais e econômicos dos governos trabalhistas do PT são claros; e a História, que não é escrita, pesquisada e muito menos pensada por jornalistas empregados da imprensa de mercado certamente que vai pontuar os fatos e esclarecer a verdade. michel temer, o Coringa, deu um golpe que transformou o Brasil em terra sem moral perante a comunidade internacional, pois, apesar de ser a sétima maior economia do mundo, é mais bananeiro do que pequenos países africanos, asiáticos e sul-americanos. Uma verdadeiro crime que cometeram contra a Nação em forma de autodestruição para derrotar o PT, que envergonha qualquer cidadão que tem a mínima noção do que é ser civilizado e compreende, de fato, sobre os interesses que estão por trás do golpe criminoso e bananeiro.

Os crimes do Coringa e do Lex Luthor são muitos, dentre eles, o golpe de estado travestido de legítimo e legal. Vilões tem de ser presos. Eles não podem ficar a brincar de "terrorismo", publicizar a violência para chamar a atenção da comunidade internacional e dos coxinhas de classe média analfabetos políticos, que leem a Folha, a Veja, O Globo e assistem o Jornal Nacional sem o mínimo de senso crítico e bom senso, a engolir barbaridades em forma de manipulações, distorções e mentiras, para depois repercuti-las como se verdades fossem. É o fim da picada e da imbecilidade. A idiotice em toda sua profusão e plenitude.

Essa dos "terroristas" do Luthor é de uma pantomima e de uma absoluta palhaçada "coringuiana", que transforma o Estado brasileiro, especificamente na área de segurança pública, em uma piada de mau gosto em termos internacionais. O Lex Luthor, ele próprio, reconheceu, que não há grande periculosidade por parte dos "terroristas". "Eles são amadores" — sacramentou o Luthor de Moraes, que, na verdade, queria evidenciar o governo golpista e usurpador, a aparecer na mídia internacional para mostrar serviço e, quem sabe, angariar simpatias para o golpe bananeiro e criminoso, pois ministro golpista de um governo pária.

Todo mundo percebeu o golpe terceiro-mundista da "zelite" troglodita, menos a imprensa alienígena e mais corrupta e covarde do mundo, que é a que sonega impostos e vive do dinheiro público no Brasil e depois vem falar um monte de merda sobre a "competência" da iniciativa privada. Coisa dessa "zelite" provinciana e vira-lata, que não conhece o Brasil, mas conhece Miami e Orlando. "Lá ela abraça o Mickey para dar uma de Pateta". Adoro esta frase.

Torna-se insuportável ver essa gente de muito riso e pouco siso tomar de assalto a Presidência da República como se fosse bandoleiros ou piratas. michel temer é chefe interino de um governo bastardo e covarde. Um governo não reconhecido, pois originário de um golpe de estado sofisticado, de forma que essa patranha bárbara pensa que engana a comunidade internacional e as forças legalistas e democráticas que atuam no Brasil.

michel temer e ministros ridículos e desprovidos de bom senso e senso crítico e intelectual, como o Alexandre de Moraes, inviabilizam quaisquer acordos civilizados. O único acordo possível é o olho da rua para os golpistas. Ou seja, o Senado restabelecer a democracia, o Estado de Direito, a ordem constitucional e, principalmente, salvaguardar os votos soberanos de 54,5 milhões de brasileiros. Não se cassa os votos de dezenas de milhões de pessoas e ficar por isto mesmo. É simplesmente inaceitável.

Se o Senado e o STF permitirem que um golpe parlamentar, apoiado pela imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?!) e por juízes do naipe de Gilmar Mendes e Sérgio Moro, além de promotores da estirpe de Carlos Fernando e Deltan Dallagnol, viceje no País, aí, sim, é melhor fechar as portas e deixar essa gente coxinha tomar conta de vez, a rasgar a Constituição e fazer o Brasil, que nos últimos anos lutou para ser um País respeitado e influente, retornar à condição de republiqueta.

Uma "Banânia" vendedora de commodities e absolutamente dedicada a uma minoria que vai deitar e rolar, se formar nas universidades públicas, obviamente, e viver no exterior. A "zelite" bananeira continuará a aproveitar a mão de obra barata de um povo de joelhos e completamente ignorante sobre sua própria história. Talvez as madames de pendores rastaqueras retomem ou recuperem a pequena senzala, o quartinho de empregada, sem cumprir com os direitos trabalhistas de suas mucamas.

Contudo, creio eu, que se Dilma Rousseff reassumir a Presidência de onde ela nunca deveria ter saído, aposto que os golpistas brucutus ficarão inteiramente desmoralizados. Vou mais além: os golpistas e traidores deveriam ser presos depois de processados. Livres de perseguição, coisa que eles fazem covardemente contra as autoridades que submetidas a um golpe de estado e hoje são alvos de perseguições atrozes, como as perpetradas contra Lula, e Dilma, sem esquecer de José Dirceu.

E o deputado Eduardo Cunha e Cia. livres, leves, soltos e fagueiros. Um verdadeiro deboche e soco no estômago da sociedade, com a aquiescência e a cumplicidade absurda de juízes do STF, de juízes peerseguidores de primeira instância, procuradores partidarizados e delegados aecistas. O sistema judiciário completamente politizado e ideológico à direita. O alicerce e a base do golpe. O que o Coringa fez de desmontes e trapalhadas em apenas três meses no poder, vale por 12 anos de construção da infraestrutura brasileira e de efetivação de programas de inclusão social. Diametralmente oposto, lógico.

E os usurpadores ainda querem tirar onda com as Olimpíadas, que vão gerar quase R$ 3 bilhões. Os jogos que a direita jamais teria competência para trazer ao Brasil. Tanto é verdade que nunca trouxe. Quem trouxe foi o Lula, bem como a Copa do Mundo e outros eventos grandiosos, juntamente com a Dilma. Aliás, eventos boicotados e sabotados por coxinhas amarelões golpistas, pela mídia empresarial corrupta e entreguista e pelos demotucanos, que infernizaram as festas e os jogos, a financiar grupelhos fascistas como o MBL, o Vem pra Rua, dentre outros. Sabotagem é pouco, porque o Brasil e seu povo não precisam de inimigo externo e nem o teme. O inimigo é interno: a classe média coxinha e a casa grande.


A verdade única é a seguinte: michel temer não é o Flagelo de Gotham. O golpista e traidor é o Flagelo do Brasil. temer não efetivou uma única ação que beneficiasse o povo. Ele é testa de ferro da casa grande, da plutocracia e odiou ver pobre frequentar shoppings, aeroportos, restaurantes, universidades públicas, ser atendido por médicos, bem como ter direito à casa própria, à instrução escolar de boa qualidade nas universidades públicas e os investimentos obrigatórios no SUS e na Educação, a começar pelas centenas de escolas técnicas construídas pelos governos trabalhistas do PT. O Coringa e o Lex Luthor são vilões, conforme informações inequívocas do Batman e do Super-Homem. Lugar de vilões golpistas é na cadeia. É isso aí.     

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Cristóvam é golpista, guarda rancor no freezer, pois mesquinho e vingativo contra Lula e Dilma

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre


Eu votei no senador Cristóvam Buarque em 1994. O político de esquerda cooptado pela direita foi eleito e realizou um bom governo, a despeito de sua fraqueza e pusilanimidade, na época, perante o deputado distrital Luiz Estevão (PMDB), um empresário da construção civil bilionário, que posteriormente foi eleito senador, bem como foi cassado e hoje está preso por corrupção.

Estevão sabotou violentamente o governo de Cristóvam, pois se valeu de ações sujas, de política rasteira, como ter criado o "kit invasão" para que as pessoas invadissem terras públicas do Distrito Federal, além de ter cometido uma série de contratempos e de movimentos de apelos gangsterianos de deixar qualquer observador político de queixo caído. A resumir: Estevão, parceiro do juiz Lalau no escândalo do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, é acusado de ter desviado, dentre outros casos de corrupção, R$ 1 bilhão por meio do superfaturamento das obras da nova sede do Tribunal.

Cristóvam penou com Luiz Estevão que controlava a Câmara Legislativa do Distrito Federal com mão de ferro e muito poder econômico. Tempos duros, mesmo a ter um inimigo político tão poderoso de ações perversas, o ex-esquerdista realizou um governo de valorização da coisa pública e de atenção às questões sociais e de proteção aos mais pobres, a ter a inclusão social como meta.

Aliás, agir dessa forma é a obrigação de todo o político que se elege para administrar o Executivo, e não se aproveitar de seu cargo eletivo para beneficiar e privilegiar gente rica e empresas poderosas, como geralmente acontece, a exemplo do governo interino do golpista e usurpador Amigo da Onça — vulgo michel temer, que, se Dilma Roussef retomar o poder, deveria ser imediatamente processado e preso.

Todavia, o assunto é o Cristóvam Buarque. O que surpreende, a mim e às pessoas com as quais converso quando se trata de política, é o caráter mesquinho e vingativo de tal professor, que foi reitor da Universidade de Brasília (UnB) e ministro da Educação do primeiro Governo Lula, sendo que o presidente trabalhista o demitiu de seu Ministério por causa de reforma ministerial. O ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, assumiu a Pasta para tempos depois ser substituído por Fernando Haddad.

O motivo pelo qual o economista e engenheiro Cristóvam foi demitido se deveu por ele ser pouco pragmático, ser mais um formulador do que gestor, como ocorreu em seu governo no DF, bem como contrariava o projeto do Governo Lula para Educação, que se tornou vitorioso, principalmente na gestão de Fernando Haddad como ministro, que implementou e cooperou para consolidar programas premiados, reconhecidos internacionalmente e que incluíram os filhos dos pobres, negros e índios no sistema educacional, a facilitar e preparar seus acessos às universidades públicas.

Programas exemplificados em Sisu, Fies, Enem, ProUni, Ciência sem Fronteiras e Pronatec. Uma revolução silenciosa na Educação nacional efetivada pelos governos petistas, que incluíram milhões de jovens brasileiros, que nunca tiveram oportunidades para estudar tantos anos, bem como ter acesso ao ensino superior em universidades públicas, que, absurdamente, sempre foram os paraísos de filhinhos de papai, assim como alunos de escolas particulares quando fizeram o primeiro e segundo graus.

Fatos estes que lhes davam vantagens sobre os filhos dos pobres que estudam em escolas públicas, sendo que muitas delas não têm nem ao menos condições físicas para receber seus alunos. Tarso Genro e Fernando Haddad demonstraram muito mais aptidão para implementar os projetos e programas de Lula na Educação do que Cristóvam, como comprovam os resultados de ambos em relação ao ex-petista rancoroso e vingativo, que jamais perdoou Lula por ter sido demitido.

Esta é a verdade e a realidade que se apresentam e fazem com que um político de passado democrático, de pensamento e ideologia socialista a se utilizar de todo e qualquer subterfúgio para explicar o inconformismo que o leva a flertar e a se unir a bandoleiros, corruptos, ladrões, golpistas e traidores, que se resumem em uma escória que tomou de assalto o poder máximo da República, sem a autorização do povo e a autoridade e soberania do voto, a derrubarem um presidenta legítima e legalmente eleita com 54,5 milhões de votos.

Cristóvam guarda rancor no freezer. É exatamente esta característica de sua personalidade que surpreende, ou surpreendia, porque não é compreensível e nem tolerável que o senador do PPS (isto mesmo: Cristóvam agora é filiado ao PPS de Roberto Freire!), de passado sensível quanto às questões sociais e econômicas, tenha mudado tanto ao ponto de trair sua memória política e consciência histórica.  

Há homens e homens. Considero, por exemplo, que Cristóvam tenha ficado aborrecido e até mesmo decepcionado com Lula ao ser demitido por telefone. Contudo, o ex-reitor da UnB se torna pusilânime e falso moralista quando questiona o Lula e a Dilma, bem como o PT de terem se aliado, por exemplo, ao PMDB ou a políticos que incorreram em crimes, quando sabemos que no Brasil nenhum partido chega ao poder ou governa se não montar coalizões político-partidárias. Não há jeito. Só haverá, e à base de muita fiscalização, quando, enfim, for realizada a reforma política.  Cristóvam sabe disso. Ele foi ministro e governador, além de ser senador.

Sem a reforma política, a corrupção continuará, porque campanhas eleitorais são muito caras e os partidos precisam de dinheiro para realizar e vencer as eleições. Um coxinha afoito e falso moralista me diria: "Olha aí o Davis Sena Filho a defender a corrupção ou algo semelhante, com o propósito de distorcer e manipular as palavras e a linha de pensamento. Porém, é verdade. O cerne da questão é o combate à corrupção e, para combatê-la com melhor resultado, somente com a reforma política, que a direita não quer, pelo simples fato de os partidos direitistas serem os autênticos representantes dos empresários do grande capital. Não é juiz Gilmar Mendes?

Cristóvam não sabe disso tudo? Sabe. Seu eu sei e muita gente entende o que ocorre no Brasil, o Cristóvam também sabe e compreende. Então por que o professor se bandeou para o lado da direita e dos golpistas? Porque, antes de tudo e qualquer coisa, Cristóvam é rancoroso, vaidoso e não perdoa ter sido demitido por Lula pelo telefone. Contudo, o senador do PPS do Freire(!) estava em Portugal e o presidente da República tinha pressa para fazer a reforma ministerial.

Lula é um homem e político pragmático. Ele foi operário, e ninguém é mais prático do que os operários. O nome já diz: operário. Por sua vez, Lula foi politicamente forjado, como líder sindical de grandeza, a negociar de forma pragmática, pois incumbido de auferir resultados que beneficiassem a classe operária. Enfim, Lula é prático. Tão prático que efetivou incontáveis ações econômicas, diplomáticas e políticas em relativo curto espaço de tempo, em todas as áreas e setores de atividade humana. E só Cristóvam Buarque não percebeu.

Entretanto, a direita percebeu tanto e com tanta consciência e perspicácia, que tratou logo de combater Lula duramente e muitas vezes covardemente pela imprensa de direita e sonegadora de impostos dos magnatas bilionários, bem como por meio de suas associações de classe como a Fiesp, a Febraban, a Fecomércio, além das entidades empresariais do mundo rural etc. e tal. Todo mundo percebe que Lula é prático e pragmático e, ao que parece, menos o Cristóvam.

A partir daí, o senador que poderia recuperar sua dignidade política, ideológica e não passar para a história como um reles golpista bananeiro e terceiro-mundista, resolveu votar pela admissibilidade do golpe, a "esquecer" os longos 21 anos de ditadura civil-militar pelos os quais o Brasil e seu povo passaram, a ter de aturar, inclusive, a tortura e a censura.

Não apenas a censura imposta aos jornais golpistas, que depois se autocensuraram, como ocorre hoje. Mas, sobretudo, a verdadeira censura, a que causa medo de o cidadão comum falar de política no seu dia a dia, inclusive dentro de seus próprios lares. Isto eu vi e percebi, principalmente na década de 1970. Será que o senador Cristóvam Buarque não percebeu e não viu?

A única atitude que espero do ex-governador do Distrito Federal é que ele reverta sua posição de golpista e de auxiliar de bandoleiros que assumiram criminosamente a Presidência da República. Não é possível que Cristóvam prefira que o Brasil seja vítima de mais um golpe bananeiro que tem a carranca e o focinho da casa grande escravocrata ao invés de lutar pela democracia e pelo respeito à decisão da maioria do povo de reeleger Dilma Rousseff presidente da República.

Afinal, trata-se de mandatária que não roubou, que não foi cooptada pelos interesses da burguesia colonizada e entreguista e muito menos tergiversou com os corruptos. Pelo contrário, um dos principais motivos do golpe bananeiro com alma de coxinha despolitizado e babaca é justamente porque Dilma cumpriu a promessa de campanha de que "não vai ficar pedra sobre pedra". Lembra-se Cristóvam? Lembra quando a candidata à reeleição proferiu essas palavras ao candidato da direita, Aécio Neves?

Pois é isto. O senador está do lado do golpista-mor, pois foi o tucano que apagou fogo com gasolina por nunca ter aceitado o resultado das eleições. Ou seja, o golpista carioca-mineiro, além de playboy, não respeitou os votos de 54,5 milhões de brasileiros. Será que o Cristóvam considera este grave fato respeitável, democrático e civilizado? Com a palavra o próprio Cristóvam Buarque.

O político do PPS do Freire(!) afirmou em reunião com Dilma Rousseff: "Sempre são os mesmos convidados para as conversas com Dilma. A impressão que tenho é que o PT quer sair como vítima deste impeachment, até porque se livra dos problemas do governo, evita o escândalo de corrupção [Lava Jato] e com isso o partido vai para a oposição com a bandeira do golpe".

Agora vamos à pergunta que se recusa a calar: Cristóvam Buarque é burro? Respondo: Não. Então por que ele faz uma avaliação política tão superficial, que chega a ser uma idiotice? Respondo novamente: Porque, na verdade, ele se aliou ao PMDB de michel temer (o nome dessa peçonha golpista é sempre escrito em minúsculo por se tratar de um pigmeu moral, político e citadino) no golpe terceiro-mundista, o que o coloca como um ex-político de esquerda, que sacramentou seu ingresso nos salões da casa grande.    
  
A realidade é que Cristóvam se bandeou para a direita quando sugeriu à Dilma Rousseff o que não se sugere por causa de ética e senso crítico, que, ao que parece, o senador não o tem ou nunca o teve, porque nem razoável é pedir o que ele pediu. Absurdo. Simplesmente ele sugeriu, em reunião com a presidenta e outros senadores, a renúncia de Dilma Rousseff, juntamente com o Amigo da Onça — vulgo michel temer.

Como se os dois fossem iguais. temer é chefe do PMDB, sendo que é investigado em vários escândalos, o que não é o caso de Dilma. Além disso, conforme o MPF, Dilma não incorreu em crime de responsabilidade, enquanto o empalador da democracia, michel temer, se fosse político de um país do ocidente realmente democrático e civilizado ele seria preso, sem sombra de dúvida. Na Turquia, os golpistas presos podem ser mortos, conforme anúncios de setores do governo turco. Ponto.

Aí não dá, vei... Assim Cristóvão adere de vez ao golpe, à desfaçatez e dá um abraço de urso na democracia, no Estado de Direito, no povo brasileiro e nos 54,5 milhões de eleitores de Dilma Rousseff, que teriam seus votos cassados por golpistas de terceiro mundo, que estão muito a fim de pilhar o País, vendê-lo a preço de banana e retirar dos trabalhadores e dos cidadãos seus direitos sociais e trabalhistas. Ou será que Cristóvão, com a idade que tem e os cargos que ocupou, ainda não compreendeu como funciona a mente e o pensamento delinquente da oligarquia proprietária da casa grande?  

Dilma respondeu sem deixar espaço para dúvida: "Não existe essa coisa de renúncia. Isso não existe". Pronto. Encerrou-se o assunto. Conversar sério é uma coisa; leviandade é outra coisa. Quem é o Cristóvam, a despeito de ser um senador da República, para sugerir a renúncia de uma presidente que não cometeu crime de responsabilidade, além de ter sido eleita por força do voto soberano do povo brasileiro? Dilma é a mandatária constitucional, ou seja, constituída legalmente presidente pela Lei maior — a Constituição. Cristóvam está de brincadeira. Não pode ser sério.   

Mais tarde Cristóvam replicou a presidenta por enquanto afastada pelo criminoso golpe bananeiro: "É lógico que existe a renúncia patriótica. É aquela que é melhor para o País." Agora, eu pergunto: "Qual País que o Cristóvam quer? O do golpe? O da cassação de 54,5 milhões de votos dados à Dilma e ao PT? O País da retirada das leis trabalhistas e dos programas sociais de inclusão social? O País da diplomacia subalterna e subserviente? O País colonizado? O País submisso ao FMI? O País cujos "micheis temers" privilegiam e favorecem os ricos?"

Bem... Cristóvam tem de explicar melhor o Pais que ele quer e deseja. Se for o País dos golpistas sórdidos e usurpadores aos quais ele se aliou em reunião recente com o michel temer, este não serve, porque se trata de uma malta bárbara e violenta, que tomou o poder de assalto como os piratas e os bandoleiros faziam e fazem. Este País não serve para milhões de brasileiros, que não desejam o retrocesso e muito menos apoiam a selvageria de gângsters perfumados, com ternos bem cortados e os cabelos quase impecavelmente penteados, mas, verdadeiramente, medíocres, bárbaros, mesquinhos e violentos.   

A verdade é a seguinte: Cristóvam Buarque é golpista. Sua atuação parlamentar confirma sua conduta de aliado dos golpistas usurpadores do poder republicano. Se Cristóvam votar a favor do golpe de estado criminoso, jamais poderá ser perdoado. Sua culpa será maior do que um troglodita de direita, porque ele tem origem na esquerda e foi um governador que sofreu na pele e na alma o que é ser alvo de uma oposição feroz, voraz, infame e violenta, como a efetivada por Luiz Estevão e sua trupe.

O senador sabe disso, bem como eu sei, porque, no decorrer de seus quatro anos como governador do DF, eu trabalhei na Câmara Legislativa, além de um tempo no Jornal de Brasília. Eu sei do que falo, assim como o senador Cristóvam sabe do que eu estou a falar. Custo a acreditar que mais uma vez o professor e reitor da UnB jogará na lixeira o que ainda resta de sua credibilidade perante os segmentos e setores democráticos da sociedade brasileira.

Independente dos erros de Dilma, Lula e do PT, nada, mas nada mesmo justifica um golpe de estado criminoso, porque não existe crime, portanto, não há dolo. Impeachment sem crime de responsabilidade é golpe. O senador do PPS, Cristóvam Buarque, sabe disso. Até mesmo os "gorilas" golpistas de direita sabem que deram um golpe que envergonha e constrange o País como uma Nação em busca de seu marco civilizatório. Cristóvam é golpista, guarda rancor no freezer, pois mesquinho e vingativo contra Lula, Dilma e o Brasil. É isso aí.


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Parente, tucano do apagão elétrico, quer privatizar a Petrobras sem legitimidade — Turquia, PSB e racismo

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre


Eu poderia, se quisesse, publicar alguns números e índices positivos da Petrobras, além de repercutir seus lucros e a recuperação econômico-financeira que a megaempresa nacional está a auferir no momento, apesar da campanha insidiosa e antinacional, entreguista e criminosa, de atuação sistemática da grande imprensa de mercado, das agências de classificação de risco de créditos internacionais, dos bancos em geral, das petroleiras estrangeiras, do empresariado tupiniquim e da direita partidária brasileira.

À frente desse processo golpista e criminoso o trio privatista e entreguista retratado nas siglas do PSDB, DEM e PPS, agora com a companhia nefasta do PMDB, partido que liderou o golpe de estado contra a presidenta constitucional de 54,5 milhões de votos, Dilma Rousseff, cujo presidente interino e golpista, o Amigo da Onça, vulgo michel temer (o nome desta peçonha é sempre escrito em minúsculo por se tratar de um pigmeu moral, político e citadino), usurpou o poder com uma imensa fome para desmantelar o Estado Nacional e extinguir ou prejudicar de morte os programas de inclusão social e as leis trabalhistas.

Contudo e a despeito dessa falta de caráter bananeira, a sociedade brasileira e os eleitores que elegeram soberanamente Dilma Roussef tem de ouvir o blá-blá mequetrefe e ordinário de um tucano golpista e ligado às grandes corporações privadas financeiras que atende pelo nome de Pedro Parente. Exatamente, trata-se de um golpista e entreguista de carteirinha que assume o poder sem que seus chefes tenham passado pelo crivo do voto para depois dar uma de galo em terreiro alheio, porque não é de seu direito implementar programa ou projeto para o País desprovido da autorização do povo pelo voto, o que ocorreu em 2014 com a vitória do PT de Dilma e Lula.

Pedro Parente "governa" sem ter autoridade para tal, porque se trata apenas de um incompetente que onde meteu a mão causou prejuízos, tanto na iniciativa privada e, principalmente, no setor público. Trata-se de um executivo do mundo empresarial que, de quando em quando, assume setores importantes do Estado, como no caso agora da Petrobras, sendo que no passado pouco distante assumiu a Casa Civil para ajudar a ordenar a privataria de FHC — o Neoliberal I —, para depois colocar suas mãos imprudentes e predadoras no País, quando assumiu o Ministério do Planejamento. No ministério, ele planejou a entrega do Brasil à gringada malandra e esperta, cujo resultado, apenas um deles, é a péssima telefonia que funciona mal, pois os gringos só querem fazer remessas de lucros sem investir, além de ser, por exemplo, a mais cara do planeta. A telefonia, juntamente com a saúde privada, é campeã de reclamações por parte do consumidor. Só isso. Coisa de tucano...

Depois de provar e comprovar sua incomensurável inaptidão para gerir a coisa pública, Pedro Parente, um inepto a bancar o intelectual, assume ainda, com o apoio do incompetente e hoje golpista FHC — aquele tucano que foi ao FMI três vezes, de joelhos, humilhado e com o pires nas mãos, porque quebrou o Brasil três vezes —, o Ministério das Minas e Energia. Sob sua direção,  o Brasil é vítima de colapso relativo à segurança de oferta de energia. Na verdade, um verdadeiro apagão, que durou longos um ano e seis meses. Quem se lembra de tal escuridão, sabe do que eu estou a comentar. Até os elevadores, na Esplanada dos Ministérios, tinham hora para funcionar para economizar energia, quando a questão não era essa. Os tucanos queriam vender a Eletrobras, coisa que não conseguiram totalmente, apesar de deixarem à deriva as estatais brasileiras com este objetivo.

Porém, os atos e as ações inconsequentes, levianas e irresponsáveis dessa gente que vendeu o Brasil sem dó e piedade não acabam por aí. Ao invés desses vampiros sugadores do sangue dos trabalhadores zelarem e cuidarem do poderoso País sul-americano, a sétima maior economia do mundo, de língua portuguesa e lutar para desenvolvê-lo, bem como incluir seu povo valoroso em vez de optar pela exclusão social, resolveram simplesmente governar para os ricos e fazer o jogo dos interesses dos grandes trustes internacionais.    

Não zelaram pelo patrimônio público, não cuidaram da infraestrutura do País e o venderam. Apenas venderam, sem criar uma única escola técnica ou simplesmente melhorar as condições das rodovias federais em oito anos. Não criaram nada. Pelo contrário, a indústria naval faliu, dentre outros setores que foram à bancarrota. Não se preocuparam nem mesmo em fazer um "colchão" de amparo e proteção ao País, em forma de reservas internacionais contra as crises voláteis e propositais da especulação e do rentismo de essências piratas.

A resumir, a jogatina financeira que movimenta bilhões de dólares sem criar empresas, empregos ou plantar uma única batata ou pé de feijão imperou nos governos do PSDB de "tirar os sapatos e arriar as calças" para os gringos", porque o capital especulativo não produz nada, além de fome, miséria, pobreza, doença e guerra.... E gente do nível de Pedro Parente ou Henrique Meirelles, que aderiu ao golpe e está a planejar a segunda venda deste pobre País, que tem em suas terras a vicejar uma das "elites" mais escrotas e perigosas do mundo consideram que tem moral e autoridade para determinar o que deve ser feito e realizado no País. E o voto, cara pálida? O voto! Aqui vivem os inimigos mais perversos do povo brasileiro, que são as oligarquias de almas escravocratas.

Antes de se preocupar com a defesa nacional contra um hipotético agressor estrangeiro, o povo brasileiro tem de se preocupar, e muito, com seu maior contendor, um inimigo interno poderoso e sectário, que são os membros da casa grande tupiniquim. Eis o inimigo! O que odeia o Brasil e tem profundo desprezo pelo povo, tanto que não suportou os avanços e as conquistas da Nação nos últimos 12 anos, realidades que causaram todo tipo de ódio, intolerância e preconceitos por parte das burguesia e da pequena burguesia (classe média coxinha), que saíram às ruas a pedir por golpe militar, além de insultar até de "macacos" brasileiros negros que se contrapunham ao golpe ou à conduta dos golpistas nas ruas.

Não existe raça. Totalmente equivocado quem pensa assim. É ignorância. Raça não existe. Existe, sim, a espécie humana. Ela é única. Indivisível. Por causa desses ultrajes, o racismo é algo diabólico e que desumaniza a espécie, o ser humano, pois não se pode julgar e conceituar as pessoas por causa da quantidade de melanina em suas peles. O racista é o fim da picada. Um completo beócio ou um neófito sem precedentes, pois um ser sórdido, covarde e infame. Ponto.    

Tais executivos pagos a preço de ouro para sabotar e boicotar o Brasil e favorecer as corporações privadas pertencentes à casa grande em âmbito mundial são cúmplices e apoiadores do golpe bananeiro e terceiro-mundista. São golpistas, porque agem como golpistas, têm os corpos de golpistas, os membros de golpistas e as caras e os focinhos de golpistas.

Portanto, não se iluda com suas palavras aparentemente técnicas e seus ares blasés, a atuarem como "intelectuais", que estão prestes a descobrir a pólvora ou a tirar do bolso de seus ternos uma fórmula para "cuidar" melhor das contas e das finanças do Brasil. Não se engane. Essa gente apátrida, antidemocrática e antinacionalista cuida das finanças e das contas da plutocracia nacional e estrangeira. E só.

Quem construiu o que o Brasil tem e o que foi vendido pelos incompetentes tucanos na Era FHC foram os presidentes e governadores trabalhistas do PTB e do PT, e, antes deles, os imperadores do século XIX, mesmo em regime desumano de escravidão. Ou seja, até escravocratas construíram e geriram o Estado Nacional com muito mais competência do que os demotucanos. Até porque os "gênios" do PSDB somente desconstruíram. Eles são piores que ervas daninhas. Tais plantas pelo menos tem seus papeis na natureza. Fato!

E por quê. Porque a direita brasileira nunca pensou o Brasil. Exemplo: alguém já ouviu por acaso algum membro desse governo espúrio e usurpador do michel Amigo da Onça temer falar em melhorar as condições de vida do povo ou lutar para efetivar a distribuição de renda e riqueza? Evidentemente que não. Essa escória de malfeitores que assaltaram o poder central só falam em "pacote de maldades", privatizações, aumento de impostos e fim dos programas sociais e projetos de desenvolvimento do País. São predadores. Só tiram do povo para se beneficiarem. Tal malta de golpistas que age como se fosse integrante de grupos de salteadores ou de piratas ou de bandoleiros mexicanos de filmes de Hollywood somente quer entregar o Brasil, sem pedir contrapartida a quem compra as estatais, sem pedir nada. Vende por vender. O estrangeiro não tem culpa se a leviana direita brasileira quer entregar o que não é dela, mas do Brasil.

É seu DNA secular de entreguista inquilino da casa grande, de caráter subserviente, colonizado, subalterno, pusilânime e provinciano. A burguesia nacional se transforma nos verdadeiros e autênticos "los macaquistos blancos", como diziam certos argentinos de pedigrees racistas. A casa grande irremediavelmente portadora do incomensurável, inenarrável e indescritível complexo de vira-lata. A casa grande do coxinha que vai a país desenvolvido e o admira para depois retornar ao Brasil e fazer comparações levianas, sendo que quando se tenta melhorar o País imediatamente a burguesia e a pequena burguesia se opõem.

E por quê? Porque, na verdade, elas são sectárias, preconceituosas e lutam para manter o status quo, como foi comprovado em suas micaretas travestidas de manifestações com camisas amareladas tão cretinas, golpistas e despolitizadas tais quais ao pato corrupto e criminoso da Fiesp, a terem ainda, cinicamente e hipocritamente, o velho e batido discurso lacerdista e udenista da corrupção como trampolim para o golpe de estado perpetrado por políticos sem votos ou derrotados quatro vezes consecutivas nas urnas. Ponto.

E por que aves de rapina com aparências de pombos agem dessa forma tão predadora? Porque quem não constrói e não zela pelo coletivo apenas cuida de si e dos seus, como o Pedro Parente que está a cuidar de si e dos grupos os quais ele representa no mundo empresarial e no Palácio do Planalto, ocupado por bandoleiros golpistas, que tomaram o poder de assalto, pois derrotados em eleições contra o PT. Tomaram a democracia e o Estado de Direito de assalto, como o fazem os bandidos que assaltam bancos, roubam pedestres nas ruas e donas de casas indefesas em seus lares.  

Pedro Parente é nada mais e nada menos do que um antinacionalista canibalesco, que, juntamente com outros de seu "pedigree" de golpista e vendilhão da Pátria, vitimizam o Brasil em uma antropofagia que nenhum país desenvolvido faria contra si, ou seja, a prejudicar e contrariar seus próprios interesses. Parente é um agente ligado aos interesses estrangeiros de Wall Street e da Avenida Paulista. Trata-se de executivo treinado no exterior e no Brasil para aplicar teses econômico-financeiras fracassadas sob o auspício do neoliberalismo, que têm por finalidade favorecer ou privilegiar o establishment, principalmente a banca internacional, como a maioria dos economistas e administradores ligados aos tucanos do PSDB, do DEM, do PPS, do PMDB e, incrivelmente, do PSB.

Exatamente, o PSB. Este um partido que jogou sua história na lixeira e, com efeito, envergonha o socialismo, pois se tornou uma pantomima de si mesmo, porque apenas mantém a sigla. O PSB do governador do Distrito Federal, é o fim da picada. Rodrigo Rollemberg é o fim da picada. Ele é um dos  principais responsáveis pela guinada radical do PSB à direita e pelo rompimento do ex-governador Eduardo Campos com o PT. O governador "socialista" de alma tucana do DF sabe disso quando se olha no espelho ao acordar. Mas, disfarça e, no decorrer do seu dia, "esquece", hipocritamente e por conveniência, sua traição ao Brasil, à esquerda, à Dilma, ao Lula, e, principalmente, ao ex-governador Agnelo Queroz e ao PT do DF.

Rollemberg é ingrato; e a ingratidão é uma forma de fraqueza. Ajudar o ingrato é fazer inimigo, pois ao invés de ele se sentir prestigiado e considerado, o ingrato se vê como um ser humilhado e desrespeitado em sua vaidade insana e sua conduta deletéria. Rollemberg foi cooptado pelo establishment e se aliou à direita bananeira golpista que derrubou Dilma Rousseff, como o fora Cristóvam Buarque, outro político de esquerda que se "freirezou" (Roberto Freire). Rollemberg há mais de duas décadas, desde quando ele foi eleito suplente de deputado distrital, elegeu-se com o apoio fundamental e decisivo do PT de Brasília. Rollemberg não merece confiança e nem credibilidade de quem o observa politicamente. Ele trai. Lamentável.

Para finalizar, porque não há muito o que falar do burocrata entreguista e colonizado, Pedro Parente, quero asseverar e reiterar que sua maior obra foi o "apagão elétrico" de um ano e meio. Tucano é assim: extremamente "competente" para implementar políticas públicas de arrasa-quarteirão, lesa-pátria e desmonte das empresas públicas e dos programas de inclusão social, educacional, saúde e infraestrutura. O negócio de tucano é vender e manter o Brasil sob os grilhões do agronegócio, como exportador de commodities e formador de gente pouco instruída e estudada.

Toda essa porcaria e infâmia para manter salários de fome, empregos indignos e similares à escravidão. Toda sordidez e covardia para que os trabalhadores não tenham força de reivindicação, conhecimento e não saibam o que acontece de fato quando a burguesia de Pedro Parente resolve dar um golpe bananeiro e criminoso contra a Nação, com a cumplicidade do pior Judiciário do planeta, porque corrompido e testa de ferro dos interesses da casa grande. Aqui temos o STF, a PGR, o Congresso, a PF e a imprensa de negócios privados cúmplices do golpe de estado, quando não protagonistas.

O presidente da Petrobras disse, em entrevista recente: “Vemos valor nas parcerias. Reduzem riscos, a necessidade de aporte de capital, trazem tecnologias e cultura diferentes. A grande discussão que se coloca neste momento: controle ou cocontrole — controle compartilhado?”. Parente também é contrário à política de conteúdo nacional, bem como defende a abertura do pré-sal às empresas estrangeiras, e afirmou: "O modelo de partilha é o menos favorável para as empresas. Mas isso é questão de política de governo". Qual governo, cara pálida? O governo sem projeto e de desconstrução nacional do temer — o traidor? Realmente, não dá para levar o golpista Parente a sério.

Pedro Parente é um "gênio" às avessas. Criou novo termo para a palavra entreguismo: "cocontrole". Cocontrole, na cabeça subalterna dele e repleta de complexo de vira-lata significa vender a poderosa estatal, além de colocar gringos em postos-chave da emblemática empresa nacional criada pelo estadista, trabalhista e nacionalista Getúlio Vargas. Este político pensava o Brasil. Não era um imbecil provinciano da avenida Paulista, colonizado pelos EUA, metido a cosmopolita cucaracha e tirador de sapatos para gringo ver e depois desrespeitar, como aconteceu no desgoverno de FHC — o Príncipe Privateiro.

Como se vê, trata-se de um entreguista empedernido e de plantão. Como pode um sujeito com o mínimo de inteligência e sensatez ser contra a exigência de conteúdo nacional? A explicar: o Brasil compra algo de algum país, que tem tecnologia e ciência avançadas e que o Brasil desconhece. Nesta compra o Governo brasileiro, no caso os governos trabalhistas de Lula e Dilma, exigiram para comprar de quem vende o repasse do conhecimento científico e tecnológico para que o Brasil seja independente e possa fabricar o produto comprado, como os aviões caças adquiridos da Suécia, por exemplo.  

Aos coxinhas desinformados e conservadores, que admiram burocratas entreguistas e que adoram passar uma aura de sábios sem, na verdade, o serem de fato, informo que Pedro Parente foi CEO e presidente da Bunge Brasil, empresa de bioenergia, agronegócios e alimentos. Após sucessivos prejuízos em 2014, a companhia estadunidense teve de colocar à venda seus ativos. Parente até hoje não explica tal fracasso, como também, evidentemente, jamais explicará por meio da verdade nua e crua o apagão elétrico de um ano e meio, que prejudicou seriamente a economia brasileira. E é exatamente essa gente que conquista o poder por intermédio de um golpe. Pedro Parente tem apenas um propósito: vender a Petrobras.

Ah, se fosse na Turquia. Queria ver a cara do Parente e seus cúmplices de golpe. Os turcos, só para início de conversa, prenderam cerca de dois mil promotores e juízes envolvidos com o golpe no histórico e milenar país dos otomanos. Ah, se fosse no Brasil de juízes como Sérgio Não Vem ao Caso Moro, do PSDB do Paraná, e Gilmar Mendes, do PSDB do Mato Grosso, e procuradores como Carlos Fernando e Deltan Dallagnol, obsessivos pelo PT, mas jamais pelo PSDB, além do intrépido procurador-geral Rodrigo Não Devo Nada a Ninguém Janot, que até hoje não colocou um único demotucano na cadeia, apesar dos inúmeros escândalos de corrupção e das provas, dos depoimentos, das gravações e dos documentos auferidos pela Polícia Federal.

Como pode o Pedro Parente e os golpistas que ele representa na Petrobras ser contra o Brasil ter conhecimento?  Como pode ser contra o modelo de partilha do Pré-Sal? O modelo mantém o controle do petróleo pelo Estado Nacional, sendo que grande parte dos recursos e lucros serão obrigatoriamente destinados por Lei à saúde e à educação dos brasileiros, das gerações vindouras. Como pode um golpista desse (baixo) nível opinar e decidir sobre assuntos que ele não leva a sério? Um incompetente não eleito e usurpador do poder, que obrigou o Brasil ficar na escuridão durante o sombrio e terrível governo de FHC, que deixou os trabalhadores sem aumento salarial durante oito longos anos. Como pode?

Nunca vi cara de pau maior do que o Parente, a não ser todos aqueles que lhes acompanham no golpe bananeiro e terceiro-mundista, que tem a carranca e o focinho da casa grande escravocrata e racista. Golpistas não têm unhas, rostos e nem narizes. Têm garras, carrancas e focinhos. Golpista é como bicho predador: se tiver oportunidade, esfola e mata, além de sair com cara de paisagem como se nada tivesse acontecido ou ocorrido.

Ver e ouvir o Pedro Parente e seus sequazes do Governo golpista e usurpador do poder proporem vender "ativos" da Petrobras é conspiração e ação de lesa-pátria contra o Brasil. Trata-se de provocação. É deboche; é desrespeito, é violência; é entreguismo; é viralatismo; e significa, sobretudo, a submissão à colonização do País por parte dos países considerados desenvolvidos. Pedro Parente é uma farsa, como o é o golpe bananeiro, mas violento do Amigo da Onça — vulgo michel temer. Ah, se fosse na Turquia... Queria ver a cara do Parente e seus cúmplices de golpe. Pedro Parente, o tucano do apagão elétrico de um ano e meio quer privatizar a Petrobras, sem ter legitimidade e autoridade. Falta-lhe a soberania do voto. É isso aí.   

quinta-feira, 14 de julho de 2016

PF, MPF e Moro perseguem Lula para consolidar o golpe até 2018 — STF é cúmplice e mundo civilizado critica

Davis Sena Filho — Palavra Livre


Olha o golpe bananeiro, mas violento aí gente!

"Olha a banana; olha o bananeiro. Eu trago bananas pra vender. Bananas de todas qualidades, quem vai querer? Olha banana nanica. Olha banana maçã. Olha banana ouro. Olha banana prata. Olha a banana da terra. Figo São Tomé. Olha a banana d'água. Eu sou um menino, que precisa de dinheiro. Mas pra ganhar de sol a sol, eu tenho que ser bananeiro". (Jorge Benjor)

Para os meganhas da PF e do MPF, onde trabalham servidores sem autoridade para governar e decidir sobre os rumos do País, porque quem decide sobre importantes assuntos nacionais são os servidores públicos dos três poderes (Presidência da República, Congresso Nacional e STF). Por sua vez, quem implementa e efetiva programas de governo e projetos para o País é o presidente da República (e sua equipe de ministros), porque ele tem a autoridade do povo, que o elegeu pelo voto soberano e constitucional, de forma que, por exemplo, a presidenta Dilma Rousseff é a autoridade, sem sombra de dúvida,  mais importante do Brasil. Ponto.

Contudo, o que se vê são pessoas concursadas, burocratas e agentes do Estado, que resolveram, arbitrariamente, fazer política. Uma política rasteira, diga-se de passagem, de baixo nível, em que a covardia e a perseguição são as matérias primas para que esses servidores comuns e hierarquicamente subalternos se insurjam contra as autoridades constituídas, a exemplo da presidenta Dilma, para que seus propósitos políticos e partidários sejam concluídos e consolidados, além de fortalecerem suas corporações, que lutam por poder e influência, inclusive entra elas, no âmbito da esfera federal.

Chegou-se à insensatez e à arrogância de diretores da PF fazerem lobby junto ao Governo e ao Congresso em prol de autonomia financeira e administrativa. Ou seja, o DPF ficaria livre de dar satisfações à sociedade que elegeu a autoridade maior na pessoa do presidente da República. Só o que faltava para a bagunça ficar completa, com policiais, promotores e procuradores a fazer o que quiser e o que lhes aprouver. Imagine, a sociedade nas mãos de meganhas, muitos deles sem a menor sensibilidade política e social para tratar de assuntos concernentes à grande maioria da população.

Simplesmente inaceitável. Volte a imaginar e pense nos presidentes dos países desenvolvidos se eles abririam mão de suas polícias federais ou algo similar. Pensou? Então, claro que não, né? Ninguém é tão negligente e omisso ou idiota a este ponto. Perder o controle da polícia é como dar um tiro no próprio pé. E por quê? Porque polícia é polícia. Corporação armada. Treinada para reprimir crimes. Porém, livre para fazer o que quer, as corporações policiais, por causa de suas formações, tendem a oprimir e geralmente os segmentos sociais fragilizados, com menos voz ativa e força de reivindicação junto aos poderes e poderosos.

Polícia é polícia. Sempre está do lado do status quo e do sistema de capitais. Em qualquer país e sociedade acontece tal processo. Portanto, polícia tem de ser controlada, mas com autorização prévia para investigar e prender criminosos sob a fiscalização dos órgãos da sociedade civil, que compõem as estruturas administrativas e organizacionais dos governos. Saber dessas questões é o bê-a-bá para qualquer mandatário e lideranças governamentais e da sociedade organizada. Ponto.

Além disso, o problema maior não se trata somente de uma questão meramente de combate à corrupção. Combater a corrupção é uma obrigação dos agentes públicos que possuem formação para isso mesmo. Todo cidadão que prima pela honestidade e que deseja um País melhor para viver quer ver bandidos, de colarinho branco, assaltante de pedestres ou pé de chinelo presos e com endereço na cadeia. Bandido é bandido. A questão não é esta, até porque se se tratasse apenas de investigar e punir bandidos, o Brasil não estaria a passar uma crise política e moral tão profunda como pela qual está a enfrentar.

O problema fundamental é que o sistema judiciário brasileiro, exemplificado em STF, STJ, PGR-MPF, DPF e Varas primárias, como a do juiz Sérgio Não Vem ao Caso Moro, resolveram, indevidamente e inacreditavelmente, tomar a frente do processo político brasileiro, o que é um verdadeiro absurdo, porque muito perigoso pelo motivo de a sociedade ficar refém dos interesses, muitos deles escusos, de corporações que poderão transformar o Estado Democrático de Direito em Estado policial, a retroagir aos tempos da ditadura civil-militar em pleno ano de 2016 após 30 anos de democracia.

Inaceitável o que esses servidores do Judiciário estão a fazer com as instituições republicanas e com a democracia no Brasil. Tanto é verdade que o golpe de estado bananeiro, que tem as digitais, além da carranca e do focinho da casa grande, está a ser duramente e sistematicamente questionado, inclusive em forma de protestos oficiais por intermédio de parlamentares franceses e norte-americanos.

Além do mais, a grande imprensa estrangeira, ou seja, os principais veículos de jornalismo da Europa, das Américas Latina e do Norte consideram como golpe institucional o processo draconiano e covarde que derrubou do poder uma mandatária eleita legitimamente e democraticamente pelo povo brasileiro com 54,5 milhões de votos. Por seu turno, está cada vez mais comprovado que Dilma Rousseff não incorreu em quaisquer crimes de responsabilidade, o que por si só desmoraliza toda e qualquer defesa do golpe terceiro-mundista efetivado à moda "los macaquitos blancos".

"Moda" criada pelos inquilinos e defensores dos interesses da casa grande oligarca, cujos (maus) exemplos são o Amigo da Onça, vulgo michel temer, e Eduardo Cunha, o correntista suíço e vingativo, figuras políticas golpistas e, portanto, abjetas e sórdidas, que "cumprimentaram" o povo e a democracia com sonoras bananas. Não poderia ser diferente: tais usurpadores são bananeiros de terceiro mundo. Meu Deus, com o perdão da palavra: a "elite" brasileira é uma merda.

A burguesia brasileira (e seus coxinhas) é tão "macaca", atrasada e provinciana que chega a doer na alma daquele que a observa com diligência, ponderação, sabedoria e que passa a conhecê-la para combatê-la, porque sonha e luta para viver em um país civilizado.

Entretanto, está difícil, pois aqui viceja uma "elite" poderosa e selvagem, bem como o Brasil tem um Poder Judiciário que se associa a golpistas bananeiros de partidos políticos e da imprensa de negócios privados dos magnatas bilionários, ao ponto de o STF e a PGR permitirem que Eduardo Cunha abrisse o processo de golpe contra a democracia e a presidenta Dilma. E tal malfeitor ainda está à solta, a dar entrevista e fazer ameaças contra todo mundo. Nunca vi tanta falta de compostura por parte de juízes que comandam um dos poderes da República. Não há povo que possa confiar nesses magistrados distantes dos interesses de mais de 200 milhões de cidadãos brasileiros.

O golpe bananeiro tem nome e assinatura: STF. A Corte de Justiça permitiu que o golpe criminoso vicejasse até chegar ao ponto que chegou a crise no Brasil, um País totalmente dividido, que mesmo se o pulha do michel temer ficar a usurpar o poder que não lhe é de direito e nem reconhecido por grande parte da população, a Nação continuará em crise, porque se o poder é conquistado de forma ilegítima, a sociedade se dá o direito de não obedecer os poderes constituídos.

Se a mandatária trabalhista for cassada por um golpe de terceiro mundo, definitivamente o Brasil será para sempre um País atrasado e visto internacionalmente como usurpador do processo civilizatório. E sabe por quê? Porque tudo o que rompe arbitrariamente e despoticamente o contrato social causa contrariedade, revolta, inconformismo, sentimento de ter sido enganado e, com efeito, violência.

Acontece que ninguém é idiota, apesar de certos juízes, procuradores e delegados da PF, do alto de suas autoridades e togas pagas a peso de ouro pelo seu patrão, o contribuinte, pensarem, equivocadamente, que todo mundo é idiota. Deixem eles pensarem e se divertirem em seus saraus... Fazer o quê, né? Afinal essa gente tem a imprensa de mercado e completamente golpista para mascarar suas arbitrariedades, perseguições e covardias de ordens políticas e ideológicas.

Contudo, a máquina judiciária partidarizada e de direita, acoplada à máquina de moer reputações dos coronéis midiáticos, que têm em seus bolsos bilhões de reais, assim como são conspiradores e cúmplices de golpes de estado desde os tempos de Getúlio Vargas, continua a trilhar por seu círculo persecutório e a ter como seu maior e complexo problema encontrar meios de como acabar, literalmente, com a imagem pessoal e política do estadista e maior líder popular da América Latina, além de ser um dos políticos mais importantes do mundo e que atende pelo nome de Luiz Inácio Lula da Silva — o Lula.

Lula deveria ser no mínimo considerado e respeitado pela imprensa corrupta e mercenária dos magnatas bilionários sonegadores de impostos e autores de inúmeros crimes fiscais e financeiros, bem como tratado com respeito pelos meganhas da PF e do MPF, pois foi seu governo que os tratou com dignidade e deu-lhe as condições materiais, tecnológicas, logísticas e armamentistas para poderem trabalhar com decência, de forma independente, sem se preocuparem com questões políticas ou de influência empresarial.  

Como esses procedimentos não acontecem por parte de servidores públicos a serviço de interesses pouco transparentes, pelo menos Lula deveria ser tratado nos conformes da Lei, realidade que não acontece. Há dois anos, o ex-presidente brasileiro que não roubou, não abusou do poder, não cometeu tráfico de influência e que jamais se aproveitou do cargo que exerceu está a ser impiedosamente investigado. Parece até o presidente Juscelino Kubitschek que foi desrespeitosamente e inúmeras vezes humilhado por agentes do Estado, a mando dos novos donos do poder a vestir fardas de generais.

Há dois anos Lula dá depoimentos na PF e no MPF, tem seus documentos oficiais e particulares obsessivamente investigados, sua casa foi invadida por meganhas, bem como o Instituto Lula, que teve computadores e documentos levados, além de portas terem sido arrombadas. O sítio que não é dele, mas que ele frequentava se transformou em escândalo midiático e o triplex que não é dele também se tornou uma novela de quinta categoria nas páginas e telas da imprensa mais partidária, ideológica e canalha que existe no planeta.

Além de todas cafajestadas e perseguições perpetradas, a estupidez, a desfaçatez e a insensatez se tornaram a tônica. Pois veja: até os presentes concedidos e as homenagens prestadas ao presidente brasileiro de reconhecimento internacional e admirado por milhões de cidadãos desta Nação de língua portuguesa estão a ser questionados pelos meganhas da PF e do MPF, que, creio eu, desejam que o Brasil se transforme em um Estado policial para que eles possam deitar e rolar, no que concerne a impor seus valores e princípios, sendo que muitos desses caras não respeitam o Código Penal, a Constituição, a regimento interno de suas corporações e, enfim, o Estado Democrático de Direito e o que ele estabelece.

Esta é a verdade. E como eu sei? Ué, basta observar crimes como o praticado pelo juiz Sérgio Moro, a exemplo da divulgação criminosa do áudio em que Lula e Dilma conversavam, sendo que um dos interlocutores era simplesmente a presidente do Brasil. Este mesmo processo de desrespeito às leis foi cometido, sistematicamente, por procuradores e policiais federais. Posso elencar vários crimes e ilegalidades que ocorreram no decorrer da Lava Jato e de outras operações da PF. Porém e agora, vou imitar o juiz Moro, político atuante do PSDB do Paraná: "Não vem ao caso".

Todavia, e sugiro ao leitor muita atenção sobre o que eu analiso agora, a PF solicitou ao MPF, seu aliado político, a extensão por mais 90 dias do prazo para a conclusão de um inquérito contra o ex-presidente Lula no âmbito da Operação Lava Jato. O motivo alegado é que o prazo inicial vencera em 1º de julho e por causa disso não foi possível concluir a investigação contra o presidente Lula. O novo prazo termina em fim de setembro.

Os caras investigam o Lula há dois anos, o perseguem e até, volto a ressaltar, implicaram com os presentes e as homenagens que Lula recebeu quando no poder. Nenhum presidente brasileiro teve seus bens recebidos em forma de homenagens investigados. Os presidentes militares, José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, que também tem um Instituto, o iFHC, e até agora a presidenta Dilma Rousseff. Nenhum ex-mandatário. Apenas o Lula.

E sabe por quê? Porque a PF, o MPF e a Justiça resolveram fazer política com o intuito de inviabilizar a candidatura Lula, desmoralizar o PT e dar um golpe de estado definitivo em Dilma, a abrir dessa forma o caminho para o PSDB em 2018, além de manter o pigmeu político, moral e citadino, vulgo michel temer — o golpista usurpador no poder, a brincar de presidente sem voto, autoridade e legitimidade.

Todo presidente popular deste País foi perseguido duramente e desrespeitosamente pela burguesia inquilina da casa grande escravocrata. Getúlio, Jango, Lula e, em âmbito estadual, o governador de dois estados, Leonel Brizola. Enquanto isso a trabalhista Dilma está impedida de exercer o cargo autorizado pelo povo por meio do voto. Uma quadrilha toma conta do País, outra quadrilha sai da oposição e assume com michel temer o poder, sem a legitimidade do voto. E a PF e o MPF ficam a fazer chicanas sem fim para manter Lula sob pressão até setembro, assim como nas manchetes da mídia golpista associada a esses brucutus togados que pensam que o Brasil é deles, bem como os 54,5 milhões de votos concedidos à Dilma e ao PT.

A alegação mequetrefe e rastaquera da PF é que o objetivo é apurar a legalidade dos repasses das empresas Odebrecht, Camargo Corrêa, UTC, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e OAS à LILS Palestras, Eventos e Publicações LTDA., empresa de palestras de Lula. Só que tem um problema nesse imbróglio direcionado e partidarizado judicialmente: a PF e o MPF, corporações subalternas, como o são as Forças Armadas, até hoje e após dois anos fuçando a vida de Lula nunca encontraram provas que criminalizassem o presidente Lula. Esta é a verdade. Esta é a realidade. Estes são os fatos. Dois anos e nada. Ponto.

Quando esse processo persecutório terminar. Quando os responsáveis pelo macartismo tupiniquim de índole fascista chegar ao fim, verei o destino desses políticos frustrados e desprovidos de sabedoria que os levem a serem estadistas, no sentido de compreender que todo jogo tem fim e que estudar Direito não faz o homem ser sábio se ele não tiver a compreensão do que é macro, sem esquecer das causas menores, mas também importantes. São esses virtudes que diferenciam o sábio do cidadão apenas instruído, seja na universidade que for.

Lula, Getúlio, Juscelino e Jango são estadistas por terem esta compreensão do que é governar e pensar o Brasil. Lula é um político incomum, porque ele é orgânico, ou seja, está presente ou inserido em todos os segmentos da sociedade e em todas as classe sociais. Tem rico que vota em Lula. É minoria, mas tem. Parcela importante e populosa da classe média vota em Lula, como também não apoia o golpe bananeiro, que tem a cara e o caráter da oligarquia, principalmente a paulista. Pelo contrário, o combate. Outrossim, o povão vota em massa em Lula, como votou em Getúlio, porque sabe quem cuida e zela pelos interesses dos mais pobres, das classes populares. Ninguém é idiota, e, por não ser, sabe onde aperta e dói o calo.

As acusações ao Lula e os crimes imputados a ele são lamentáveis e visam desumanizá-lo. O juiz Moro, por exemplo, age como promotor e delegado, pois acusa, denuncia e ele é juiz, ou seja, julga. Quando cita Lula pela Imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?!) e tece comentários desairosos e duvidosos quanto ao caráter do líder trabalhista e popular, Moro tem por finalidade desqualificá-lo, desconstruí-lo e macular sua imagem de cidadão e político. Na verdade, o juiz de primeira instância se torna um agente de opressão do Estado, e que, obviamente, macula o ofício e as decisões do magistrado — da magistratura.

Visível e notório tal processo dantesco. Só não percebe quem não quer ou age com má-fé intelectual. Lula, na verdade, só tem um problema: é odiado pela grande burguesia que ora está no poder por meio de um golpe à moda "los macaquitos blancos". Aquela mesma burguesia que exterminou índios, escravizou negros e a cem anos comete crimes de golpe de estado.

Digamos que se trata de uma casa grande com mente degenerada e com vocação para cometer crimes. Delinquência... Lula não roubou, e, se um dia ele for preso sem comprovação que lhe impute culpa, o País se tornará cada vez mais bárbaro. Lula não roubou. Querem impedi-lo de ser candidato em 2018. O Brasil virou o Estado onde viceja a política selvagem da meganhagem. "Olha a banana; olha o bananeiro! É isso aí.