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domingo, 29 de junho de 2014

Povo Brasileiro 10 X 0 Imprensa de Mercado

Por Davis Sena Filho Blog Palavra Livre



Vamos aos fatos: a imprensa de mercado e por isso meramente mercantil, bem como familiar, realizou durante anos e principalmente nos meses que antecederam a Copa do Mundo, neste ano, a campanha mais insidiosa, sórdida, infame e propositalmente mal humorada que se tem notícia no planeta.

Imprensa de negócios privados alguma, em qualquer país, mesmo a ter seus interesses políticos e econômicos, como as tem a daqui, efetivou um processo de baixa estima tão violento e desrespeitoso a um povo como o fizeram os jornalistas empregados dos grandes conglomerados privados de comunicação deste País.

As demonstrações recorrentes de caráter vira-lata dos coxinhas de classe média, da oposição dos tucanos do PSDB, de setores empresariais muito conservadores e dos magnatas bilionários donos da imprensa alienígena e corporativa prejudicaram a economia brasileira, além de manchar a imagem do Brasil no exterior.

E toda essa insensatez e espírito de porco teve um principal motivo: as eleições presidenciais de 2014. Por questões políticas, a imprensa-empresa de histórico golpista e mancomunada com os interesses do grande capital nacional e internacional realizou uma campanha tão perversa e irresponsável contra a Copa do Mundo, que passou a não se importar se evento de tal envergadura mundial o beneficiaria economicamente. Um absurdo.

O governo do PT responsável por conquistar a Copa e também as Olimpíadas para serem realizadas no Brasil trabalhou duramente para organizar os jogos. Investiu e deu todas as condições de logística para que a Copa se transformasse no que é, ou seja, um retumbante sucesso, que fez a imprensa que propagou a baixa estima e o ódio para que o Brasil fracassasse, reconhecer que errou e, por sua vez, teve de dobrar os joelhos, no que diz respeito ao sucesso da Copa.

Seria cômico se não fosse trágico, ou melhor, ridículo, ter de ver, ouvir ou ler inúmeros jornalistas obrigados a reconhecer que erraram. Só que tem um problema. Essa gente não errou de forma alguma, como um engenheiro, por exemplo, erra um cálculo matemático. O linchamento da Copa e dos Governos Trabalhistas de Lula e Dilma foi calculado, estudado e maldosamente repercutido em todas as mídias pertencentes aos magnatas bilionários de imprensa.

Quando, de repente, não mais do que de repente, sentado em uma poltrona e a ver o “âncora”, William Bonner, do Jornal Nacional, da Rede Globo, a apresentar uma “matéria” panfletária, a afirmar que a imprensa internacional é a responsável pelo sentimento de ódio, de desprezo e de rejeição à Copa, quase caí do assento onde me encontrava.

Fiquei a perguntar até que ponto chegaria a hipocrisia, o cinismo e a ausência de senso crítico dessa gente, que há séculos prejudica o Brasil e seu povo, sem o menor constrangimento e vergonha, além de ter enorme dificuldade para reconhecer seus erros, mesmo se tais erros, não verdade, são propositais e, evidentemente, “erros” forjados por causa dos interesses políticos e econômicos da Casa Grande.

Anteriormente ao “mea culpa” mequetrefe do Jornal Nacional, seus congêneres de outras emissoras, além de jornais familiares, a exemplo do Estadão, Folha e Zero Hora, já tinham reconhecido o sucesso retumbante da Copa do Mundo no Brasil. Porém, fica a pergunta que insiste em não calar: Quem vai pagar pelos prejuízos causados ao Brasil? Porque não é possível vir a público o senhor William Bonner, com a maior cara de pau, culpar a imprensa internacional pelo achincalhe sistemático contra o Brasil e o seu Governo quando até os recém-nascidos, os que saíram de um coma profundo e os mortos sabem que a imprensa burguesa e de péssima qualidade editorial é a maior responsável pelo complexo de vira-lata e pela imagem negativa do Brasil antes da Copa.

Agora, também, vem um executivo da famiglia Civita, dona da Abril e de um libelo de extrema direita cujo nome é Veja, conhecida também como a Última Flor do Fáscio, afirmar, como se fosse um ingênuo ou alienado — coisa que definitivamente tal ser não o é —, que "É bobagem tentar esconder ou inventar desculpas: muito melhor dizer logo de cara que a imprensa de alcance nacional pecou de novo, e pecou feio, ao prever durante meses seguidos que a Copa de 2014 ia ser um desastre sem limites. O Brasil, coitado, iria se envergonhar até o fim dos tempos com a exibição mundial da inépcia do governo. Deu justamente o contrário".

O autor dessas palavras conseguiu, enfim, dizer alguma coisa sensata, o que, definitivamente, não é o forte da Veja e da imprensa porta-voz da Casa Grande em geral. Este senhor é jornalista, atende pelo nome de José Roberto Guzzo, ocupa cargo de membro do conselho editorial da Abril e é um dos responsáveis pela linha editorial da Veja, que, evidentemente, não prima pela verdade, pelo jornalismo que se submete aos fatos. Compreende a sociedade que tal pasquim se transformou em um panfleto direitista que refuta a realidade, ou seja, os acontecimentos como eles o são.

Como assim, camarada Guzzo? A Última Flor do Fáscio em uma de suas edições de oposição ao Governo Trabalhista previu estádios prontos em 2038, e você apenas diz que “a imprensa de alcance nacional pecou de novo?” Nada disso: a imprensa-empresa é pecadora contumaz. Ela é viciada em pecados e sem conduz como se fosse uma sociopata.

A verdade é que ela o é, e finge que não sabe disso. Afinal sua vocação demolidora e que não mede consequências denota uma psicopatia que não condiz com a racionalidade e o senso crítico. Trata-se de uma imprensa autofágica, pois a Copa no Brasil só a beneficia, porque o sistema de comunicação privado e que odeia o Brasil não entrou com um vintém, no que tange aos investimentos em estádios, mobilidade urbana, aeroportos, transportes e logística turística. Mesmo assim não parava de dar tiros nos próprios pés.

Por causa de política, intolerância e preconceitos sociais e ideológicos, a imprensa burguesa não mediou esforços para boicotar e sabotar a Copa do Brasil e de seu povo. Ao contrário, virou seus canhões midiáticos contra o Governo Trabalhista e orquestrou uma das campanhas mais perversas e infames que eu já vi contra um evento de escala mundial e que, obviamente, vai trazer grandes benefícios ao Brasil em todos os campos de atividade econômica e política em âmbito internacional.

O legado da Copa é muita maior que o estrutural, porque a infraestrutura foi realizada e o pouco das obras que ainda não foram finalizadas, vão o ser, evidentemente. Os aeroportos estão ótimos. Eu sei disso, porque os frequento e vejo o que foi feito, apesar das mentiras da imprensa comercial e privada dona de um espírito de porco que realmente faz jus ao seu jornalismo de esgoto e desrespeitoso com a inteligência do povo brasileiro, que rapidamente abraçou a Copa e deu uma “banana” para a imprensa reacionária divorciada dos interesses populares.

A verdade é que tudo funcionou e o mundo se surpreendeu, porque se baseava nas informações deturpadas da irresponsável imprensa empresarial, que conspira contra o País, no mínimo, há 130 anos. Logo o Brasil, construtor de estádios desde a década de 1910 e que construiu o Maracanã, em 1950. O Brasil de gigantescas hidrelétricas, plataformas marítimas, pontes como a Rio-Niterói e que tem tudo, senão não realizaria a maior venda de patrimônio público de todos os tempos, em escala mundial. Ponto!

Obra vampiresca dos tucanos, que governaram sem projeto de País, pois, colonizados, subalternos, subservientes e de caráter pusilânime, recusam-se a pensar o Brasil e por isso tentaram desconstruir o Estado nacional, em prol de uma privataria para saciar a fome de poder e dinheiro dos países colonialistas e imperialistas, que elaboram estratégias que beneficiem o establishment, até porque eles são o próprio.


O PSDB, o DEM, o PPS e suas lideranças que governaram o Brasil como caixeiros viajantes e não como homens e mulheres de Estado foram e o são os maiores traidores da Pátria de nossa história. E estão soltinhos e a serem bajulados por uma mídia de direita, venal e golpista. A imprensa de negócios privados não errou. Apenas se deu mal, porque o tiro saiu pela culatra. Agora, vamos ao placar: Povo Brasileiro 10 X 0 Imprensa de Mercado. A Copa é do povo! É isso aí.

sábado, 21 de junho de 2014

“Mau Dia Brasil” e “O Globo”: oposição de direita e pensamento único

Por Davis Sena Filho  Blog Palavra Livre


ELES SAUDARAM OS INSULTOS A DILMA. CADA UM A SUA MANEIRA DE SER PERVERSO E INSENSATO.

A verdade é que o nome do "Bom Dia Brasil", da Rede Globo, deveria ser "Mau Dia Brasil". E explico: mesmo em tempos de Copa do Mundo, as "Organizações(?) Globo" continuam firmes e fortes em seu périplo oposicionista e de direita, a se aproveitar de uma concessão pública para fazer política contra o mundial que os beneficia, pois estima-se que tais organizações(?) vão lucrar R$ 1,5 bilhão, valores assombrosos e que fazem com que uma empresa privada se torne ousada ao ponto de se considerar poderosa para confrontar, de uma maneira sórdida e autoritária, o Governo Trabalhista como se fosse um estado dentro do estado legal.

Trata-se de um confronto diário, ano após ano, desde que os trabalhistas conquistaram o poder, em 2003, por intermédio do voto, o que não acontecia desde 1960 quando o presidente conservador, Jânio Quadros, renunciou à Presidência, que foi legalmente e constitucionalmente ocupada pelo trabalhista João Goulart, presidente deposto em 1964 por um golpe civil-militar, com o apoio dos Estados Unidos e de brasileiros inquilinos da Casa Grande, que, traidores de sua Pátria, juntaram-se a estrangeiros para golpear um presidente eleito constitucionalmente pelos cidadãos e eleitores do Brasil.

O objetivo de tal infâmia era impedir a efetivação das Reformas de Base, que, indubitavelmente, beneficiariam e facilitariam o desenvolvimento social e econômico do povo brasileiro, ou seja, propiciariam a sua emancipação. Como a Casa Grande vive das migalhas do sistema de capitais imposto pelos países ricos ao mundo, a "elite" brasileira, herdeira de um sistema escravocrata de quase 400 anos, não vacila em conspirar contra políticos de esquerda, que, no poder, apresentam e efetivam propostas de distribuição de renda e riqueza, bem como buscam fazer com que o Brasil se torne dono de seu destino, escolha o caminho do desenvolvimento e se livre dos bridões e cabrestos de países colonialistas e imperialistas, que, por meio de força bélica e econômica, impedem que as nações menos desenvolvidas se tornem independentes.

Para manter tal sistema intacto, a direita conta com os meios de comunicação privados e controlados geralmente por famílias bilionárias, que freqüentam o pico da pirâmide social em escala planetária e forjam todo tipo de manipulação e mentiras, porque a finalidade é atrair apoio de parcelas das populações, a exemplo das classes médias tradicionais e dos ricos, castas sociais que se consideram de "elite" e por causa disso disseminam ou repercutem os valores morais, os princípios sociais e a ideologia conservadora dos bilionários e de governos de países que controlam os sistemas de capitais.

Realidades que me impressionam, pois essa gente não percebe que o capitalismo é roubo, e legalizado por um Congresso e um Judiciário burgueses, que se aproveitam de leis, normas, regras, regulamentos e estatutos criados e elaborados por essas instituições para que os executivos municipais, estaduais e federal utilizem as Forças Armadas, as Guardas Municipais e as Polícias Civil, Militar e Federal como títeres ou guardas pretorianas, que mantêm à força um sistema de exploração entre os homens e as sociedades, que edifica e fomenta a miséria material e moral, a injustiça social e do Direito, as desigualdades, as diferenças, os preconceitos e a intolerância, que são os combustíveis da violência em todas suas faces e propósitos. Ponto!

Porém, com a finalidade de se manter as amarras, os grilhões do establishment e os privilégios para que a minoria continue, indefinidamente, a usufruir do status quo, torna-se necessário, sobretudo, fazer propaganda diuturnamente do sistema draconiano, que privilegia as castas sociais dominantes, beneficiadas com o que está estabelecido há séculos pelos os que têm dinheiro e armas. As palavras revolução e resistência lhes causam angústias e iras e são sempre primeiramente combatidas pela mídia de negócios privados, que necessita do apoio da pequena burguesia (classe média) para suas causas, como os seres precisam de oxigênio para viver.

Sem titubear, o "Mau Dia Brasil" e "O Globo" veicularam e publicaram hoje "matérias" propositalmente direcionadas, ao ponto de um leitor ou telespectador mais atento ou menos ingênuo ou manipulável observar que se trata de reportagens nada espontâneas, como também o são os fatos noticiosos repercutidos. Tais realidades acontecem por intermédio de acontecimentos não elaborados pelas mídias de mercado, que há mais de uma década abandonaram o jornalismo e se transformaram em partidos políticos, que têm lado, cor ideológica e, o que é intolerável e descabido, fazer da notícia um teatro para que se possa desqualificar e desconstruir a imagem de governos e de políticos, bem como transformar a política em algo sujo, descartável e não necessário para o desenvolvimento da sociedade.

A verdade é que as grandes corporações midiáticas privadas apostam no desgaste dos políticos e na ideia de que a sociedade pode funcionar sem a política, que, indelevelmente, é a única forma de a humanidade dialogar, negociar as diferenças, as desigualdades e dar limites aos inúmeros interesses dos incontáveis grupos sociais e econômicos que formam o conjunto de qualquer sociedade.
Não há condições de existir uma sociedade sem política, pois a política é inerente ao homem — animal político por natureza.

A rejeição à política e a desqualificação, intermitente, dos homens e mulheres públicos causam transtornos sociais, em um processo vampiresco, que desconstrói a democracia e abre perigoso espaço a uma direita perversa e de passado golpista, a exemplo da brasileira. Uma direita que, por seu turno, deseja de todos os modos e maneiras voltar a ocupar espaços importantes no Estado nacional, do qual sempre se aproveitou para ter atendidos seus interesses econômicos e financeiros, por intermédio do patrimonialismo.

O ódio da direita se dá, principalmente, por não exercer o patrimonialismo como está acostumada a fazer há séculos. Quando os conservadores, os donos de terras e de meios de produção se deparam, por exemplo, com uma obra da grandeza e importância social e econômica, como o é a transposição do Rio Francisco, a revolta toma conta de seus âmagos, e, por sua vez, esses grupos secularmente poderosos e privilegiados iniciam um processo de combate, sistemático, sem trégua e água, pois sabedores de que a emancipação do povo brasileiro não conjuga com seus mesquinhos interesses, quando, não, sórdidos.

E qual é a solução mais rápida encontrada pela Casa Grande para estancar o processo de desenvolvimento de uma sociedade a qual ela explora desde os tempos de Cabral? Respondo: a utilização da mídia como palanque político e ideológico, além de ser um meio de coerção contra os avanços sociais conquistados pelo povo brasileiro, a ter como dínamo desse desenvolvimento os governos trabalhistas de Lula e Dilma Rousseff. Só há paralelo na história do Brasil no que é relativo a tantas conquistas apenas nos governos do trabalhista, estadista e líder da Revolução de 1930, o gaúcho Getúlio Dornelles Vargas. Ponto!

Essas afirmativas estão nas páginas da história do Brasil, como o vão ficar em páginas nobres de nossa história os governos de Lula e Dilma, que, no decorrer do tempo, vão ser, sem sombra de dúvida, justificados e reconhecidos, pois a história para ser isenta requer tempo, pois estudada, pesquisada e escrita de forma fria e despida de paixões humanas, como ainda estão a serem analisados os governos de Getúlio, que estabeleceram novos paradigmas econômicos e sociais, que até hoje são admirados por enorme parcela da população deste País.

Os governos de Lula, Dilma e Getúlio já fazem parte do imaginário do povo brasileiro, bem como o golpe de estado sofrido por Jango. E não há imprensa corporativa e alienígena que possa apagar tal realidade como se apaga o que está escrito a giz em um quadro negro de sala de aula. Não adianta o "Mau Dia Brasil" mostrar, em matéria manipulada, meia dúzia de brasileiros de um bairro carioca a vestir camisetas da seleção Argentina e afirmar que se trata de um protesto contra "a falta de educação e saúde". Alienação e desinformação de coxinha reacionário que não sabe o que afirma, e por isso não sente vergonha de falar um monte de bobagens.

Os investimentos em saúde e educação feitos pelos governos trabalhistas de Lula e Dilma batem todos os recordes e são incomparáveis com os investimentos dos governos militares e de governos pós-ditadura, a exemplo de Sarney, Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso — o Neoliberal I —, aquele que foi ao FMI três vezes, porque quebrou o Brasil três vezes e sempre é escondido pelos candidatos tucanos à Presidência da República.

Lula e Dilma criaram e construíram universidades, extensões universitárias, escolas técnicas e programas e ferramentas como o Enem, Sisu, Prouni, Fies, Pronatec, Enade, Reuni e o Programa Ciência Sem Fronteiras, o que está a causar uma revolução no ensino, realidade esta que a imprensa mercantil se recusa a divulgar, porque sabota e boicota, não somente o Governo Trabalhista, mas, sobretudo, o povo brasileiro.

A resumir: desde 2010, o Governo investiu em educação, saúde e infraestrutura R$ 968 bilhões, sendo que foram investidos R$ 17,6 bilhões em infraestrutura para a Copa do Mundo, que está paga e vai dar de retorno muito mais do que foi investido, além de inserir o Brasil definitivamente no contexto mundial. E ainda tem as Olimpíadas. O resto é história da carochinha e má-fé da oposição de direita e da imprensa porta-voz dos interesses das "elites" nacionais e internacionais. Observe que eu não citei o que foi investido no Governo Lula.

Por sua vez, a sociedade tem de aturar "matérias" tão cretinas e insensatas, a exemplo das que vi hoje no "Mau Dia Brasil" e no "O Globo", que até um recém-nascido perceberia que se trata de má-fé de jornalistas da Globo e de seus patrões. Acredito ainda que, se uma pessoa de repente acordasse trinta anos depois de um coma profundo também observaria que tal "matéria" é realmente um embuste, porque somente os idiotas seriam tão passivos intelectualmente, a acreditar em tal mídia de caráter golpista, a ponto de não saber dirimir suas dúvidas, bem como não entender o que está a ocorrer não somente agora, mas há quase 12 anos quando o PT de Lula e Dilma conquistou o poder, por intermédio das urnas.

Além dessa pantomima de péssima qualidade editorial e do jornalismo de esgoto que a imprensa-empresa propicia a seus ouvintes, telespectadores e leitores, o jornalão "O Globo", aquele que apoiou o golpe militar antes mesmo de ele acontecer, pois conspirador de primeira hora e testa de ferro de interesses internacionais, publicou hoje manchete de capa que afirma o seguinte: "Jovens renunciam ao direito de votar". Só faltou publicar outra manchete: "Oba!". E completar em um "olho", subtítulo ou "sutiã": "Conseguimos desqualificar a política e fazer os jovens rejeitá-la", para logo finalizar: "Agora poderemos nos sobrepor ao estado, à política, à democracia e ao povo".

E é exatamente este desejo que os magnatas bilionários de imprensa e de todas as mídias querem concretizar. E quem sabe, "se Deus for bonzinho", os barões conseguem eleger seus tutelados, candidatos que são da direita, preferencialmente os do PSDB, parceiros tucanos de São Paulo e Minas Gerais, dois estados de tradição política conservadora. Afinal, tais unidades da Federação derrotadas em 1930 são as protagonistas históricas da Política do Café com Leite, da República Velha, que sempre reagiram às mudanças e avanços no sistema capitalista efetivados por Getúlio Vargas, além de o odiarem até os dias de hoje por causa das leis trabalhistas e dos benefícios sociais implementados pelo político trabalhista em seus dois governos. (Um adendo: lideranças mineiras logo depois se juntaram a Getúlio).

Seria cômico se não fosse trágico. Imprensa-empresa golpista e sempre oportunista para proteger e tomar partido de seus aliados, pois porta-voz da Casa Grande. Perigosíssima ela o é. Como tal se fez através do tempo. Enquanto isso, o PT e o Governo Trabalhista até hoje não se empenharam para estabelecer o que está escrito na Constituição. A Carta Magna determina que seja efetivado o marco regulatório das mídias, o que inclui também regras e normas para a imprensa comercial e privada. Afinal, a imprensa é um negócio e todo negócio empresarial tem de ser regulamentado e regulado, a ficar sob as regras do mercado, como qualquer outro setor ou segmento econômico e financeiro. A imprensa é empresarial e como tal tem de ser tratada. Ponto!

O "Mau Dia Brasil" e "O Globo" não têm jeito. É o DNA da família Marinho, aquela que vai lucrar R$ 1,5 bilhão com a Copa do Mundo e ainda tem a desfaçatez de elaborar "matérias" premeditadas como se fossem notícias baseadas em fatos reais e de forma espontânea. A imprensa familiar está desmoralizada. O "Mau Dia Brasil" e "O Globo" continuam firmes na oposição de direita e a usar, sem quaisquer escrúpulos, a concessão pública cujo dono é o povo brasileiro. Quando se descarta a política, abrem-se as portas para se implantar uma ditadura — a convencional (golpe militar) e a midiática, que impõe o pensamento único. Marco regulatório já! É isso aí.





segunda-feira, 16 de junho de 2014

A Copa é de todos, mas ricos e coxinhas ganham muito dinheiro com a Copa do PT

Por Davis Sena Filho Blog Palavra Livre


As notícias que são publicadas nos jornais estrangeiros são alvissareiras e, por seu turno, positivas. A Copa do PT, ou seja, a Copa do Mundo da Fifa realizada no Brasil, após 64 anos de ausência do País do Futebol, é um retumbante sucesso. Tudo o que a imprensa de negócios privados apregoou, todas as pressões exacerbadas, más notícias, maledicências e fofocas, que apenas tinham o propósito de desqualificar o megaevento de futebol e desconstruir a imagem do Brasil e do Governo Trabalhista, não aconteceu, para o desgosto dessa gente mequetrefe, que trabalha em órgãos manipuladores e opositores de imprensa rastaquera.

O Governo Trabalhista tem muita paciência para aturar a “elite” brasileira que ganha muito dinheiro no Brasil ao tempo em que o sabota e o boicota. Os inquilinos da Casa Grande e seus seguidores que se travestem de coxinhas de classe média deveriam não participar da vida brasileira e muito menos frequentar lugares e eventos que essa gente provinciana e colonizada considera maus frequentados, afinal esses burgueses e pequenos burgueses podem se deparar com uma coisa terrível para suas vidas: dar de cara com o povo e seu cheiro, já que os coxinhas, tais quais à Eliane Cantanhêde, da Folha de S. Paulo e Globo News, são membros da “classe da massa cheirosa”, porém, de bocas sujas, como demonstraram grosseiramente contra a presidenta Dilma Rousseff, na abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão, em São Paulo.

Contudo, a Copa já é um sucesso de renda, público e em quantidade de países que recebem as transmissões dos jogos em todos os tempos. Além disso, cabe ressaltar que os aeroportos, a mobilidade social por meio dos diferentes modais de transportes (ônibus, metrô, barcas e trens) estão a funcionar a contento, com equipamentos e veículos novos, além de ampliação, reformas e construção de vias, rodovias e ruas, o que, sem sombra de dúvida, vai melhorar o dia a dia dos brasileiros que moram, principalmente, nas metrópoles que herdaram tão importantes obras e legados.

Os aeroportos brasileiros são, hoje, do mesmo nível dos estrangeiros, o que deixará os coxinhas da classe média tradicional mal humorados e a nossa “elite” de moral e valores sectários e, por isto, decadentes, revoltada. É que no imaginário dessa gente mentalmente subdesenvolvida e colonizada o aeroporto é um lugar que tem a finalidade de funcionar como um portal de fuga para os países considerados desenvolvidos e ditos civilizados, mas que, contraditoriamente, bombardeiam e invadem países menores para roubar suas riquezas em nome da democracia e da suposta superioridade de seus valores cristãos e ocidentais.

A verdade é que o Brasil trabalhou muito para organizar, efetivar e finalizar as obras, muitas delas gigantescas e abriu suas portas para o encontro de civilizações que é inquestionavelmente a Copa do Mundo, bem como as Olimpíadas, que acontecerão também no poderoso País da América do Sul no ano de 2016, Certamente, esses jogos também vão ser alvos da direita brasileira, que até hoje tem nostalgia de um Brasil a servir a poucos e que talvez deveria retroceder aos tempos da Velha República, a República dos coronéis e de uma burguesia perversa que sempre se recusou a pensar o País para edificá-lo como um lugar solidário, justo e democrático, a diminuir as desigualdades sociais e regionais, porque sabemos que sem justiça social não há paz.

Nunca pensaram o País. Sempre viveram aqui para explorá-lo e assim lucrar, a ter como dínamos de sua riqueza a mão de obra barata do povo, sem direitos trabalhistas, e, consequentemente, sem direito à educação, ao emprego digno e remunerado, o que sempre inviabilizou o acesso ao consumo, que é essencial para girar a roda da economia para que seus benefícios cheguem a todos os brasileiros. A burguesia dona dos meios de comunicação privados e familiares, que se transformaram em um estado dentro do estado, sem, contudo, ter direito legal e constitucional para intervir no processo político brasileiro como o faz, sorrateiramente e, muitas vezes, criminosamente, com mais força e ímpeto a partir do Governo do estadista trabalhista Getúlio Vargas, líder da Revolução de 1930.

Todavia, é inquestionável que o Brasil avançou nos últimos 12 anos, com a ascensão ao poder de políticos trabalhistas do PT, em todos os sentidos (econômicos e sociais), pois os números, índices e gráficos estão publicados no Portal da Transparência e nas páginas de diversos órgãos e instituições do Governo Federal. Só não vê e não pesquisa quem não quer ou compreende, em seu íntimo, que o Brasil mudou para melhor, mas, por sua vez, fatores não reconhecidos pelos os que estão na oposição.

A Copa já deixou legado, que, inclusive, vai ajudar a elevar o PIB do País. O legado não se reduz apenas às estruturas e aos equipamentos comprados, criados e construídos, a exemplo de aeroportos, vias e mobilidade social. Técnicos do Governo afirmam que o Brasil vai ficar em evidência por causa da Copa e das Olimpíadas por quase uma década, o que significa fluxo enorme de turistas e de abertura e concretização de novos negócios em todos os ramos da economia. Ao contrário do que disse o candidato tucano e de direita, senador Aécio Neves (PSDB), o PT e o Governo Trabalhista não vão ser varridos por um tsunami. O PT, enfim, vai mostrar os benefícios sociais e econômicos que a Copa propiciou ao País e seu povo — e na televisão aberta, que censura há anos o que é feito e realizado pelo povo brasileiro.

Não há dúvidas, quando começar o horário político eleitoral, o PT vai romper, derrubar o “muro” midiático edificado pelos magnatas bilionários de imprensa e seus empregados, que se recusam a mostrar as conquistas do povo brasileiro nos últimos 12 anos. Os benefícios da Copa e seus números gigantescos vão ser mostrados, bem como, após o término do evento mundial de futebol, o Brasil, mesmo a enfrentar aqueles que torcem e lutam contra o seu desenvolvimento e independência, vai entrar, definitivamente, no grupo dos países mais importantes e influentes do planeta. A Copa é de todos, mas os ricos e os coxinhas estão a ganhar muito dinheiro e a se divertir com a Copa do PT. A Copa é nossa! Já tem Copa! É isso aí. 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Coxinhas “VIP” insultam Dilma no Itaquerão e imprensa de mercado celebra as ofensas

Por Davis Sena Filho Blog Palavra Livre


De repente, começam os insultos. Ofensas do mais baixo calão a uma presidenta da República eleita pela maioria do povo. Coisa de vilão na acepção da palavra. Os insultos à mandatária do País não apenas ofendem o princípio de autoridade, a instituição presidencial, o estado, o governo e o povo que elegeu nas urnas a presidenta Dilma Rousseff.

Os insultos são, antes de tudo, ignomínia, acinte e infâmia, que visam desconstruir e destruir a imagem de uma política forjada na luta contra a ditadura civil-militar, bem como traduzem a total falta de civilidade de pessoas que não conseguem tolerar o que a elas é antagônico politicamente e ideologicamente. São os coxinhas da classe média tradicional, os riquinhos de "classe", os que se consideram caucasianos, de pele supostamente branca, de origem europeia e que odeiam o Brasil.

São os coxinhas intolerantes, de caráter fascista e que desprezam a miscigenação e a cultura do povo brasileiro, mas que não abrem mão de frequentar, por exemplo, o Itaquerão e assistir ao jogo do Brasil contra a Croácia, a abertura da Copa do Mundo, conquista do Governo do PT, na Era Lula, e transformada, na Era Dilma, em um cavalo de batalha eleitoral pelos magnatas bilionários de imprensa, pelos coxinhas de classe média, que tentaram, em vão, desonrar uma presidenta da República, além de os políticos da oposição de direita.

A oposição retratada no PSDB e seus aliados, que, conforme o candidato conservador, senador Aécio Neves, tentou recorrer ao STF para que os coxinhas, geralmente eleitores dos tucanos, pudessem portar cartazes e faixas com dizeres contra o Governo Trabalhista, e, quiçá, permitir que os mascarados vestidos de luto também pudessem entrar nos estádios para destruir o patrimônio público e jogar pedras, paus e coquetéis molotov na cara da polícia e depois a imprensa burguesa de caráter golpista afirmar em suas manchetes que os “protestos são pacíficos”, contanto que seus empregados jornalistas cubram os eventos a voar em helicópteros para se protegerem de ataques verbais e até mesmo físicos, como ocorreu no decorrer das manifestações de junho de 2013. Afinal, "A verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura".

A imprensa de negócios privados — principalmente a impressa — e completamente alienígena corrobora para a falta de respeito e celebra, de forma torpe e vil, os xingamentos a uma senhora, acompanhada da filha, que foi à abertura dos jogos da Copa do Mundo como cidadã e presidenta legítima do Brasil, que tem o direito de ir a um estádio sem ser vítima de uma tentativa de desconstrução de sua imagem de mulher, mãe, avó e política.

Os bárbaros, os neocons que a xingaram não têm a menor condição de viver em sociedade, pois não aceitam conviver com aqueles que pensam diferente deles, e, por seu turno, cometem todo tipo de desatino, sandices e grosserias, que não condizem com uma gente que, equivocadamente, considera-se civilizada, e, contraditoriamente, admira os países ricos, aqueles de passado colonialista e imperialista, que exterminaram índios e negros, além de explorar os povos "dominados" por intermédio da infâmia em forma de escravidão.

Duvido que esses burguesinhos agressores que, ridiculamente, acham-se "especiais" e "melhores" do que o restante da população considerariam ser justo ver suas mulheres, filhas, mães, avós e amigas a ser insultadas da maneira covarde que o foi a presidenta Dilma Rousseff. E o pior: entre os ofensores da presidenta tinha a presença de mulheres, o que torna o ato bárbaro e inconsequente ainda mais grave.

As vaias e os pesados insultos partiram da área VIP do Itaquerão. Os ingressos de tal setor ocupado por coxinhas reacionários ao desenvolvimento do Brasil e à emancipação do povo brasileiro custaram em média quase R$ 1 mil. E, sendo mais preciso, R$ 990,00. Muitos artistas globais e de outras emissoras, executivos e seus familiares e gente das altas rodas, além dos apaniguados, receberam cortesias para a área VIP, e, quando a presidenta apareceu no telão, começaram a xingá-la com palavrões, realidade esta que eu nunca vi acontecer com presidentes da República, mesmo os que estavam em situação de perigo em relação aos seus adversários políticos. Um despropósito e falta de noção, de senso crítico e de educação de grandeza estratosférica.

Nunca vi um negócio desses, a não ser agora em São Paulo, estado administrado há 20 anos pelos políticos provincianos do PSDB, tradicionalmente conservador e historicamente resistente a mudanças, mesmo se elas o beneficiem. A Folha de S. Paulo, opositora aos trabalhistas desde os tempos de Getúlio Vargas, e o G1, das Organizações(?) Globo, por exemplo, publicaram que as palavras de baixo calão contra a presidenta partiram de setores do estádio ocupados pelos privilegiados da vida.

A maioria dos torcedores que estava presente ao jogo Brasil e Croácia não vaiou e muito menos insultou a mandatária do PT e do Brasil. Quem vaiou e xingou, afirmo novamente, são pessoas que têm dinheiro ou que receberam cortesias para ver o jogo de graça.

Jornalistas da ESPN e, para minha surpresa, do Sportv, que há meses realiza uma campanha contra a Copa, consideraram o episódio "Lamentável, grosseiro, mal-educado, deplorável e deprimente". Como se percebe, até alguns adversários midiáticos, pautados pelos chefes de confiança de seus patrões, não toleraram patifaria ou cafajestada cuja autoria ficou a cargo dos coxinhas que pagaram caro por ingressos ou ganharam entrada gratuita.

Este é o mundo VIP e sectário dos "bem-nascidos". Um mundo de intolerância social, que se edifica por intermédio de preconceitos e intolerâncias seculares daqueles que não tem, indubitavelmente, um pingo de respeito pela sociedade. É nessas horas que podemos perceber com clareza e livre de subterfúgios e manipulações a alma da Casa Grande, acostumada que é a tripudiar contra aqueles que ousam em confrontar, mesmo que moderadamente, o status quo garantido pelo establishment.

A verdade é que os endinheirados não aceitam e por isso reagem com violência contra a redução das desigualdades sociais e regionais que aconteceu no Brasil nos últimos 12 anos. Essa gente é antidemocrática e está acostumada a boicotar e sabotar quaisquer tentativas de amenizar a pobreza no Brasil ou fazer do País um lugar próspero e solidário para todos os brasileiros. E qual é a novidade? Nenhuma. Quem tem um pouco de discernimento e inteligência sabe que os inquilinos da Casa Grande são provincianos e colonizados, além de deslumbrados e fúteis. Ponto!

Todavia, o que chama a atenção é que essa gente que se considera cosmopolita porque vai a Miami e compra bugigangas em seus shoppings, além de visitar o Mickey em Orlando para dar uma de pateta, é portadora de um gigantesco complexo de vira-lata, e, quando na frente de um gringo, comporta-se como um servil, um babaca sem igual e tamanho, pois incomensurável também sua subserviência e subalternidade.

O jornalista Juca Kfouri, que não é PT e vive a criticar o Governo Trabalhista fez duras críticas aos torcedores VIP bocas sujas. Disse que entrevistou, depois do jogo, vários torcedores e funcionários do estádio. Segundo ele, 95% das pessoas com as quais conversou não gostaram da conduta dos coxinhas endinheirados ou aquinhoados com ingressos gratuitos. E quem iria gostar de tanta canalhice e grosseria? Ninguém que seja educado e consciente do que é justo ou injusto, fatores que um coxinha jamais teria condições mentais de discernir, pois freqüentador de um mundo paralelo baseado em preconceitos e leviandades.

Os coxinhas de classe média e os considerados de "elite" e que optaram em lutar por uma sociedade que atenda apenas seus privilégios e benefícios têm geralmente o caráter das pessoas puxa-sacos. Servis com os mais fortes e poderosos, e diabólicos com os "abaixo" de suas condições sociais ou profissionais. São exatamente os cidadãos com esses perfis psicológicos e sociais que insultaram vergonhosamente a presidenta Dilma Rousseff com palavras de baixo calão, inclusive algumas mulheres. É isso aí.

PS: Ah, já ia esquecendo: não vi negros no Itaquerão. Os coxinhas bocas sujas devem ter adorado. E a imprensa burguesa e de negócios privados também.


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Aécio e Armínio — a dupla A.A. — são divorciados dos interesses do povo brasileiro

Por Davis Sena Filho Blog Palavra Livre
AÉCIO É O FHC OU FHC É O AÉCIO? QUEM É O NEOLIBERAL? AMBOS.
As notícias provenientes da lavra de ações e pronunciamentos do candidato do PSDB a presidente da República, senador Aécio Neves (MG), causam dois sentimentos às pessoas que têm a compreensão e o discernimento do que significa a volta dos tucanos à Presidência: repulsa ao tempo que uma vontade incontrolável de rir quando, não, gargalhar. Até mesmo os coxinhas reacionários de classe média e os “bem-nascidos” das consideradas classes “dominantes” sabem que o Aécio Neves não tem programa de governo e muito menos projeto de País.
Aliás, nunca o terá, porque os tucanos não têm propostas para os brasileiros, a não ser tentar voltar a um passado sem eira nem beira, alicerçado em um neoliberalismo que fracassou de forma retumbante, como todos sabem nos quatro cantos do mundo. E não é necessário explicar os motivos, não é? Afinal, a Europa e os Estados Unidos até hoje comem o pão que o diabo amassou por causa das irresponsabilidades dos governos, da indústria imobiliária e dos banqueiros, que ficaram livres para cometer crimes, sandices e desatinos. Isto tudo com a cumplicidade de governantes que hoje deveriam estar presos, porque alguns ainda estão soltos e a deitar falação como se tivessem liderança política e moral junto às sociedades.
Aécio Neves é um aventureiro, mesmo a ser neto de Tancredo Neves, político legalista e importante na história recente do País. Contudo, Aécio, seu herdeiro, escolheu caminhos antagônicos aos de seu avô, porque, hoje, representa o atraso e o retrocesso na política brasileira. O tucano mineiro de alma carioca se transformou no principal representante e candidato das oligarquias brasileiras, que apostam suas fichas em um político que não conseguiu aprovar um único projeto relevante no Senado, que votou, sistematicamente, contra os interesses dos trabalhadores, além de ter privatizado as estatais mineiras e endividado o estado de tal forma que seu sucessor vai ter enorme trabalho para equilibrar as contas do estado mineiro.
Aécio Neves já deixou claro que está disposto — palavras dele — a efetivar medidas impopulares. Evidentemente, o tucano pretende seguir as receitas neoliberais implantadas a fórceps no Brasil pelo FMI e Bird, instituições de exploração e pirataria até hoje sob o controle do FED norte-americano. Medidas que já provaram serem nocivas à humanidade e fomentadoras de desemprego em massa, como atualmente ocorre com os europeus, japoneses e norte-americanos, além de terem levado, no decorrer de décadas, as economias latino-americanas, africanas e asiáticas à bancarrota, a tal ponto de os políticos neoliberais perderem eleições em série, pois o modelo de exploração e roubalheira estava exaurido, e, consequentemente, políticos do campo da esquerda passaram a vencer eleições presidenciais, principalmente na América Latina.
Nada é à toa. Nada se move sem motivo. Aécio Neves e sua trupe sabem disso. Compreendem as razões para as seguidas derrotas dos tucanos e de seus congêneres nas Américas do Sul e Central. A imprensa-empresa que lhe dá sustentação e interfere indevidamente no processo político brasileiro compreende os motivos dos reveses da direita, mas afiança o que não deu certo e o que causou dor às sociedades e às nações.  
Trata-se da doutrina econômica neoliberal imposta ao planeta, a partir do Consenso de Washington, de 1989, mas que desde a primeira metade da década de 1970 estava a ser implantada, a ter o Chile como cobaia, país andino que hoje enfrenta sérias questões sociais, pois o estado foi praticamente desmantelado e afastado de setores estratégicos, como a saúde e a educação, o que fez com que os pobres e os remediados passassem a ter sérias dificuldades para sobreviver quanto mais conseguir ascender socialmente.
A volta dos tucanos ao poder, na pessoa de Aécio Neves, coloca em risco o projeto trabalhista do PT, que há 12 anos luta para distribuir renda e riqueza, por intermédio dos programas sociais e da melhoria efetiva da infraestrutura, o que fez do Brasil se transformar em um gigantesco canteiro de obras, o que o levou a ser campeão mundial de criação de empregos, bem como se transformar na sétima economia do mundo, além de ser tornar um País independente e autônomo, pois sua política externa não é mais alinhada aos EUA e a países europeus ocidentais de passado colonizador e imperialista, a exemplo de França, Inglaterra, Alemanha e Itália.
Nos governos trabalhistas de Lula e Dilma o Brasil fortaleceu as relações Sul-Sul, no que concerne ao hemisfério e, por sua vez, abriu novas fronteiras econômicas, financeiras, culturais e geográficas com os africanos, os árabes, os asiáticos e, principalmente, com os sul-americanos. O Brasil durante séculos virou as costas para seus vizinhos de continente, a não compreender os anseios e os desejos de Simon Bolívar quanto a se ter uma América do Sul unificada para defender seus interesses e independência.
Os trabalhistas tiraram definitivamente o Brasil de seu provincianismo anacrônico, que os burgueses e os pequenos burgueses (classe média) confundiam e ainda confundem com cosmopolitismo, pois consideram que o ato de admirar e de viajar às “suas” cortes, que colonizam suas mentes, valores e princípios desde os tempos de seus ancestrais, é o suficiente para se sentirem integrados a um mundo desenvolvido do qual, efetivamente, na pertencem e jamais pertencerão, porque sempre vão ser tratados como estrangeiros em quaisquer países que vierem a visitar ou morar.
Você tem de lutar para desenvolver seu País e brigar por este sonho se preciso for. Por isto e por causa disto ficam a viver de migalhas do que essa gente considera “corte”, e, quando temerosos ou aturdidos com a esquerda no poder, clamam por intervenção aos moldes colonizadores, pois, ignorantes e entreguistas, não se importam com o próprio país onde nasceram e vivem, como demonstraram, de forma oportunista, nas manifestações de junho de 2013. Coxinha é coxinha! Ponto! Pode se formar em quinhentos cursos universitários, mas a cabeça é colonizada, subserviente, subalterna e os preconceitos, de todos os tipos, estão enraizados em sua alma e verve. São esses fatores que o transforma em um pensador medíocre e em um ser humano passível de ser questionado. Sem contar com a burrice, o que é uma redundância.
Aécio Neves é o protótipo do coxinha que se fez playboy. Não tenho nada contra o candidato dos tucanos. Tudo o que eu escrevo não é pessoal, mas, por seu turno, político e ideológico. Quando Aécio Neves e seus coordenador sobre assuntos econômicos, Armínio Fraga, falam ao público pela imprensa de negócios privados ou em encontros com empresários e banqueiros no Brasil e no exterior nunca se ouve as palavras povo, desenvolvimento social, cuidado com as pessoas, mais cidadania, empregos, distribuição de renda e riqueza, conquistas e avanços para os trabalhadores brasileiros. Nunca! Esses burgueses não conseguem pronunciar a palavra “Nação”.
Eles são completamente divorciados das questões brasileiras, dos sofrimentos e dos sonhos do povo brasileiro. Não falam porque não querem. Que isto seja frisado. Não falam porque não sentem, desconhecem a vida do povo, porque não vivem desde que nasceram entre ele. A ausência de sentimento de brasilidade, de nação, os transformam em pessoas frias e distantes, acostumadas a freqüentar um nível social tão alto e longe das ruas e dos lares populares que praticamente os desobriga a pensar em coletividade e na defesa dos interesses e dos direitos mais justos do povo brasileiro.
Aécio e Armínio — a dupla A.A. — não são maus. São apenas animais políticos de seu meio. Freqüentadores do espaço da escala social dos mais fortes, dos que podem mais, dos mais ricos e dos compromissados com o establishment e o status quo, em âmbitos nacionais e internacionais. Contudo, iguais aos coxinhas, pois não são cosmopolitas, porque pensam pequeno e sendo assim querem um País VIP, ou seja, que atenda aos interesses de poucos e para poucos se locupletarem e se divertirem. Afinal, eles são do campo da direita. E o que a direita sabe fazer, em todos os tempos e eras, é exatamente o que até agora foi dito neste espaço democrático — a minha coluna no Brasil 247.
A verdade é a seguinte: O PSDB, o DEM, o PPS e a direita em geral não querem distribuir renda e riqueza e muito menos permitir a ascensão social dos pobres, que são maioria. A direita, cujo principal articulador político é hoje o senador Aécio Neves, defende a absoluta liberdade de mercado e a não intervenção do estado na economia. Ou seja: querem muito para poucos; e pouco para muitos. É o que eu chamo de economia da Casa Grande, que se resume ao seguinte: eu tenho tudo, e você nada. Eu trabalho pouco e você muito. Eu sou o dono dos meios de produção e você é meu escravo. Só falta dizer "favorito". 
Mas, mesmo assim o inquilino da Casa Grande acha pouco, porque para ele é inaceitável ficar sem controlar parte do estado, que está nas mãos dos trabalhistas e dos socialistas do PT há 12 anos. A burguesia quer o retorno da Era FHC mesmo tendo ganhado muito mais dinheiro na Era Lula, governo que fez uma revolução silenciosa, não violenta e colocou o Brasil no mapa mundi. A volta dos neoliberais do PSDB é retrocesso econômico e atraso social. É isto aí e nada mais. 


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Faustão adere ao “Não vai ter Copa!” em televisão de concessão pública

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre


FAUSTÃO É PIG, ATACA O GOVERNO, MAS NÃO PERGUNTA AOS MARINHO SOBRE O DARF E O BV. O COXINHA TEM COMPLEXO DE VIRA-LATA.
“O importante não é o que o Globo publica, mas o que não publica”. (Roberto Marinho)

Fausto Silva, o Faustão, já há algum tempo se mete a falar de questões políticas e problemas brasileiros. Seus pitacos no ar e ao vivo são “harmoniosos”, “ponderados” e “sábios” tais quais a elefantes a se movimentar dentro de pequenas lojas de porcelanas e cristais. Tudo isto acontece porque o Faustão, no alto de sua ignorância, bem como de sua arrogância e prepotência, resolveu fazer política, e, para isso, utiliza-se de um poderoso canal aberto de televisão como palanque eleitoral.

O apresentador de inutilidades e futilidades ataca o Governo Dilma Rousseff, a Copa do Mundo e as autoridades incumbidas para organizar e administrar tão grande e pujante evento. A verdade é que a Copa do Mundo é mais do que um torneio esportivo internacional, porque se trata de um “encontro de civilizações”, como afirmou pontualmente e textualmente o ex-presidente Lula, responsável principal por trazer para o Brasil a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Faustão não conhece o Brasil e sua multipolaridade. Muito longe disso. Ele pensa que o País continental, multirracial e cultural se resume a São Paulo e seu sotaque e pizzas. Ledo engano. Talvez conheça menos a rua do bairro ou condomínio de luxo onde mora do que Miami ou Nova Iorque. O apresentador da Rede Globo é, no fundo, um provinciano de “elite” e, evidentemente, não está acostumado a ver o Brasil em destaque no mundo, ainda mais quando sabemos que o poderoso País americano se localiza geograficamente no hemisfério sul do planeta e gente de cabeça colonizada e com um incomensurável e inenarrável complexo de vira-lata, a exemplo de Faustão, está acostumada, quiçá subalternamente resignada, a aceitar a ver somente os países desenvolvidos serem as sedes dos grandes eventos de escala mundial. O colonizado é subserviente a quem ele considera “sua” Corte.   

Trata-se do tipo coxinha novo rico, que trabalha para uma televisão monopolista, cujos patrões possuem uma fortuna de US$ 28,9 bilhões, segundo a “Forbes”, e acumulada principalmente a partir do golpe militar de 1964. No decorrer de décadas, tal oligopólio midiático se tornou o símbolo e o principal instrumento de defesa dos interesses de uma “elite” que vocifera sozinha, igual como o fez o Faustão, e não aceita, de forma alguma, que seus antagonistas tenham direito à defesa quando atacados. E foi o que aconteceu, no domingo, dia 1º de junho.

O Faustão ataca violentamente o Governo Trabalhista e a Copa em seu programa, na TV Globo, e não acontece nada, como se o apresentador fosse imune a críticas e a uma hipotética resposta no que diz respeito às suas sandices e à falta de respeito com parcela significativa do povo brasileiro que discorda, irrefragavelmente, de tal apresentador coxinha. “Orra meu!”. O PT recentemente foi impedido pelo TSE de veicular seus programas políticos de rádio e televisão. O partido recorreu e no dia 10 de junho o PT vai fazer novas inserções políticas nos meios de comunicação, conforme reza a Lei Eleitoral.

A juíza Laurita Vaz, nomeada para o STJ pelo neoliberal FHC — aquele político tucano que foi ao FMI três vezes porque quebrou o Brasil três vezes — e hoje ministra do TSE, considerou a propaganda do PT eleitoral, enquanto o candidato a presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ataca o Governo Dilma há meses, além de chamar as pessoas “para conversar”. Não sei sobre o quê? Afinal, os tucanos não têm e nunca tiveram programas de governo e projeto de País para apresentar aos cidadãos brasileiros, a não ser vender seu patrimônio público. A direita não tem propostas, porque seus únicos desejos são ganhar dinheiro e edificar um País VIP, ou seja, para poucos se locupletarem e viverem como nababos e paxás.

Contudo, os caciques tucanos e as lideranças do DEM, este o pior partido do mundo e herdeiro das capitanias hereditárias e das monoculturas do açúcar e do café, agridem, com virulência e desrespeito, o PT e o Governo Trabalhista, sem ao menos serem importunados pelos ministros do TSE e, particularmente, pela juíza Laurita Vaz. Dois pesos para a mesma medida. Ponto! O peso que pesa a favor dos representantes e porta-vozes da Casa Grande, já que grande parte dos juízes de tribunais superiores compactua com as castas inquilinas e frequentadoras do pico da pirâmide social.  

A verdade é que a direita fala e somente quer falar sozinha, porque os conservadores são a favor da liberdade de imprensa e de expressão somente para eles. Querem falar eternamente sozinhos, repito. Por isto e por causa disto, vociferam, manipulam e mentem, raivosamente, quando tratam de assunto pertinente à regulação das mídias, ou seja, da efetivação de um marco regulatório para esse setor meramente econômico. E por quê? Porque as grandes mídias são privadas e refletem os interesses de seus donos e dos mercados de capitais que, poderosos e multimilionários, veiculam suas propagandas publicitárias nas mídias controladas geralmente pelos barões de imprensa.

A verdade é que os detratores do Governo Trabalhista, do PT e de suas lideranças, a exemplo do apresentador de leviandades e futilidades, o senhor Fausto Silva, impedem e censuram seus adversários políticos, porque os donos de mídias e seus empregados, os de destaque e muito bem remunerados, censuram quaisquer respostas por parte daqueles que eles consideram como seus adversários ou inimigos a serem derrotados. Tirania e covardia na veia.

Nos livramos da ditadura civil-militar e hoje vivenciamos a ditadura da mídia empresarial — a guardiã do pensamento único. A mídia privada, a imprensa-empresa é fascista e lembra, indubitavelmente, o que o escritor e jornalista inglês, George Orwell, especificou em seu livro “1984”. A grande imprensa brasileira é fundamentalista de mercado, e, por seu turno, tem vocação e essência totalitárias. Ponto! O sistema midiático privado e controlado por apenas seis famílias é que se transformou em o “Grande Irmão”, em vez de ser o estado, como apresentado no livro de Orwell, pois o estado brasileiro é democrático, regido pelo estado de direito, conforme a Lei — a Constituição.

Os esquerdistas, os trabalhistas, os socialistas que estão no poder não têm o mesmo espaço no sistema midiático burguês para responder a matérias negativas, aos apresentadores de programas, inclusive os dos programas esportivos, como os do SporTV, aos jornalistas, que, sistematicamente, há quase 12 anos afirmam o que querem, acusam sem provas, realizam denúncias vazias e manipulam a verdade para transformá-la em mentira. A ditadura midiática que odeia a democracia e a ascensão social das classes populares e o fortalecimento da economia brasileira. Eles, os empresários de mídias e seus empregados aquinhoados, simplesmente odeiam o Brasil e o golpeiam, diuturnamente, como acontece agora, às vésperas da Copa do Mundo.

Acredito que se o Faustão tivesse um pingo de discernimento e conhecimento sobre a história do Brasil, dos partidos políticos e o que representa cada agremiação política, no que tange a programas, projetos e ideologias, certamente esse senhor abastado, que desconhece as realidades brasileiras e porta-voz das elites paulistas e midiáticas, não ficaria a cometer sandices e a falar um montão de bobagens, porque dignas de um adolescente ou de um analfabeto político, que, ridiculamente, não tem conhecimento até sobre o chão onde pisa ou o bairro onde mora. Ou se tem conhecimento, joga com a má-fé.

Por sua vez, percebo que o Faustão quer ajudar, cooperar, para que o Brasil melhore as condições de vida de seu povo, sem, contudo, esculhambar com a Copa do Mundo e, irado e a babar igual a um cão raivoso, desqualificar aqueles que lutaram para realizar a Copa no Brasil, além de tentar desconstruir o próprio País, como se seus trabalhadores e governantes não tivessem competência para realizar a melhor e a maior Copa de todos os tempos — a Copa das Copas. Logo o Brasil, que foi anfitrião da Copa de 1950 ainda quando era um País praticamente rural.

A Copa das Copas, pois já considerada campeã de renda, de público antes de começar. E que vai, sim, deixar um grande legado em infraestrutura e mobilidade social, apesar de a imprensa-empresa, golpista como sempre, dizer o contrário, pois sua arma política e de enfrentamento aos trabalhistas é a mentira, que, porém, vai ser desmascarada no horário eleitoral. Basta esperar para ver. 

Então, vamos direto ao ponto. Sugiro que o Faustão, cidadão tão preocupado com as mazelas sociais e a nossa incompetência e corrupção, comece, urgentemente, a responder às perguntas do leitor Pereira, amigo navegante do “Conversa Afiada”, do jornalista Paulo Henrique Amorim:

1) Esse moço (Faustão) já informou à sua audiência como o patrão dele compra os direitos de transmitir a Copa da FIFA?

2) Esse moço (Faustão) já informou a relação entre o patrão dele e o Ricardo Teixeira?

3) Esse moço (Faustão) já informou à sua audiência como funciona o BV?

4) Esse moço (Faustão) já informou à sua audiência como o patrão dele adquiriu a TV Paulista?

5) Esse moço (Faustão) já informou à sua audiência como o patrão dele adquiriu o controle da NEC?

6) Esse moço (Faustão) já informou à sua audiência onde se encontra o Ricardo Teixeira?


7) O que fez esse moço (Faustão) em prol de boas práticas como exemplo para o Brasil?

E não acaba por aí. Faustão é o segundo maior salário da Globo. O narrador Galvão Bueno é o que tem a maior remuneração: R$ 5 milhões mensais, segundo o colunista Leo Dias, do jornal carioca “O Dia”. O jornalista informou ainda, em sua coluna, o quanto ganha algumas celebridades de televisão. O Faustão, por exemplo, além de ser um cidadão preocupadíssimo com as mazelas, a incompetência, a corrupção e a bagunça brasileiras, recebe um pouco mais do que a metade do salário de Galvão Bueno.

Então, o defensor do Brasil e apresentador Fausto Silva, campeão de preocupação social, além de ser muito consciente sobre o destino do País e de seu povo, recebe cerca de R$ 3 milhões mensais, sem contar com o marketing e a propaganda, que ele sempre é convidado a fazer para as empresas, que acreditam em sua imagem para vender, afinal o Faustão é uma das vozes do capital, do mercado e está aí para isso. Ou alguém tem dúvida?

Faustão está irado. Não agüenta mais ver o Brasil crescer. Com raiva dessa realidade, abriu a boca e repetiu tudo aquilo que ele lê, vê e ouve nos jornais da Globo, da Globo News, da CBN e Jovem Pan, na Veja e na Época, nos jornalões Folha, Globo e Estadão. O apresentador coxinha revoltado e irado até já marcou a data para quebrar o pau com o Governo Dilma, que tem o apoio do ex-presidente Lula e de enorme contingente da população e dos trabalhadores brasileiros.

Sabe do que se trata? É que o Faustão, o “rebelde”, vai fazer sua “revolução” coxinha exatamente no dia das eleições, no mês de outubro. Ele convocou, em seu programa besteirol, o povo para dar uma dura resposta ao Governo Trabalhista. E a resposta que o Faustão espera dar junto com a população vai ser dada, segundo ele, exatamente no dia das eleições. É nessa data que o Faustão global, o “líder político carismático e popular”, sem igual, convidou o povo para reagir: “A nossa Copa do Mundo é em outubro, época das eleições”, decretou o apresentador de babaquices e idiotices desde 1989. Ninguém merece.

Agora, vamos à pergunta que se recusa terminantemente a calar: Faustão, por que você não pergunta aos Marinho como eles conseguem conspirar, tentar derrubar governos e mesmo assim o trio de empresários mantêm intactos o recebimento do BV e ainda se recusam a mostrar o Darf? Realmente, Faustão, o Indignado, sobre isto eu e milhões de brasileiros gostaríamos muito de saber. A televisão é de concessão pública. É isso aí.